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Viviane Loschetter no confessionário
Viver 2 min. 22.03.2017 Do nosso arquivo online

Viviane Loschetter no confessionário

Viviane Loschetter

Viviane Loschetter no confessionário

Viviane Loschetter
Foto: Guy Jallay
Viver 2 min. 22.03.2017 Do nosso arquivo online

Viviane Loschetter no confessionário

Viviane Loschetter tem 57 anos e é formada em pedagogia social. Faz parte do partido “Déi Gréng” (Os Verdes) desde 1998. É deputada desde 2004 e presidente do grupo parlamentar dos ecologistas. Acumula ainda os cargos de conselheira comunal e vereadora da autarquia da capital.

Viviane Loschetter tem 57 anos e é formada em pedagogia social. Faz parte do partido “Déi Gréng” (Os Verdes) desde 1998. É deputada desde 2004 e presidente do grupo parlamentar dos ecologistas. É conselheira comunal da cidade do Luxemburgo desde 2000 e vereadora da autarquia da capital desde 2005, responsável dos pelouros da Ação Social, Juventude, Idosos, Habitação e Ambiente.

O que estava a fazer antes desta entrevista?

Estava a falar com um jurista sobre um projeto-lei.

Quando era pequena o que é que queria ser quando fosse grande?

Queria ser aventureira para dar a volta ao mundo.

Que outra profissão faria se não fizesse o que faz?

Sou pedagoga, mas agora faço política. Nunca na vida pensei, nem queria vir a fazer política. Outra profissão que me atrai é guarda florestal.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

Ter o poder de erradicar todas as doenças infantis.

Se fosse homem seria...

O meu pai.

Se fosse uma personagem histórica seria...

Olympe de Gouges (1748-1793), feminista, revolucionária, jornalista, historiadora, escritora e autora de peças de teatro francesa.

O defeito de que não consegue livrar-se?

A impaciência.

A qualidade de que mais se orgulha?

Estou frequentemente bem disposta.

Uma proibição que não suporta?

Ter que calar.

Um livro?

“O Rochedo de Tanios”, de Amin Maalouf .

Um disco?

Qualquer um dos Pink Floyd.

Um filme?

“The Untouchables”, de Brian de Palma.

Prato preferido?

Gosto de quase tudo, mas o meu prato preferido é a “choucroute garnie”.

Clube do coração?

“Catch a smile”, não é um clube de desporto, mas é um clube luxemburguês que ajuda os refugiados a voltar a sorrir.

Um lugar (país ou sítio)?

O Mediterrâneo.

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

À priori nenhum, mas se tiver que escolher um, a Arábia Saudita.

O lugar mais estranho onde já esteve? Porquê?

O deserto de Atacama, no Chile.

O pior e o melhor do Luxemburgo?

O melhor, a multiculturalidade. O pior, o trânsito.

Uma palavra que não gosta de usar?

Nunca.

A palavra (ou expressão) que mais usa por dia?

Moien (“Bom dia”, em luxemburguês).

Um autor (vivo ou morto) para escrever a sua biografia?

Marguerite Yourcenar.

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Dar a volta ao mundo.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

Não vejo nenhum epitáfio, prefiro não ter epitáfio.

Depois desta entrevista vai...

Responder às perguntas de um outro jornalista. E depois, vou passear com os meus cães.

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José António Coimbra de Matos nasceu em Nandufe, Tondela, em 1962. É licenciado em Comunicação pelo Instituto Politécnico de Viseu e tem uma pós-graduação em Gestão pela Universidade Aberta. Chegou ao Luxemburgo em 1987. Foi presidente da Confederação da Comunidade Portuguesa do Luxemburgo (CCPL) entre 1999 e 2015. Desde então é Relações Públicas da CCPL.
Coimbra de Matos foi distinguido em 2014 por Cavaco Silva com a Ordem do Infante pelo seu trabalho de voluntariado de mais de duas décadas junto da comunidade portuguesa no Luxemburgo.
Pedro Castilho tem 45 anos e é o representante da sociedade civil no Conselho Nacional de Estrangeiros (CNE), o órgão de consulta do Governo luxemburguês para as questões de imigração. É funcionário numa instituição bancária luxemburguesa e fundador da Verbalius, uma empresa que dá formações em “public speaking” (falar em público, comunicação e expressão verbal).
Pedro Castilho é filho de operários e hoje trabalha no mundo da finança. Colaborou em associações e projetos ligados ao mundo financeiro e cultural. Émembro das câmaras de comércio indiana e americana no Luxemburgo