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Nunca se usou tanto a internet como no confinamento
Viver 08.12.2020

Nunca se usou tanto a internet como no confinamento

Nunca se usou tanto a internet como no confinamento

Foto: Getty Images/Maskot
Viver 08.12.2020

Nunca se usou tanto a internet como no confinamento

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
Números divulgados pelo Statec mostram uma mudança clara no uso e na frequência de certos serviços online, como chamadas de vídeo ou consultas médicas.

Confinados em casa os residentes no Grão-ducado nunca passaram tanto tempo na internet. Esta é a principal conclusão de um estudo divulgado esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas luxemburguês (Statec). 

De acordo com os dados do Statec, 38% dos internautas publicaram mensagens e vídeos com mais frequência do que antes do confinamento. A atividade 'online' mais praticada foi a publicação de mensagens ou vídeos nas redes sociais, por 75% dos internautas. 

Já as videochamadas foram efetuadas por 66% das pessoas, enquanto 35% fez compras online. Em menor percentagem, 30% dos residentes jogaram videojogos, 25% encomendaram refeições e 17% consultaram um profissional de saúde através da internet.

Quanto ao recurso às videochamadas para fins privados (Skype, FaceTime, Zoom, etc.), 67% dos sondados responderam que passaram a fazê-lo com mais frequência do que antes do confinamento. Destes, a maioria (79%) tem entre 25 e 34 anos. 

Nas compras online, 60% admitiram ter comprado mais comida ou itens essenciais e 51% encomendaram mais refeições online. O Statec considera que os números mostram uma mudança clara no uso e na frequência de certos serviços online, como chamadas de vídeo ou consultas médicas. 

A sondagem foi feita a uma amostra de 1.500 pessoas no Luxemburgo, entre 16 e 74 anos, e faz parte de um estudo europeu levado a cabo pela empresa alemã Infas, sobre o uso das novas tecnologias de informação. 

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