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Marc Demuth no confessionário
Marc Demuth

Marc Demuth no confessionário

Marc Demuth
Viver 2 min. 09.02.2018

Marc Demuth no confessionário

O contrabaixista luxemburguês Marc Demuth promove há anos a música portuguesa no Luxemburgo. Saiba mais aqui.

O contrabaixista luxemburguês Marc Demuth promove há anos a música portuguesa no Luxemburgo. Teve um dueto com Sofia Ribeiro, com quem gravou dois discos: “Dança da solidão”(2006) e “Orik” (2008). Em 2011, fundou o trio de jazz Inuk com a cantora Luísa Vieira e o pianista George Letellier. Integra também um trio com o pianista Michel Reis e o percussionista Paul Wiltgen. Demuth, que é também diretor da secção de jazz da Escola de Música de Echternach, é casado com a fotógrafa portuguesa Marlene Soares.

O que estava a fazer antes desta entrevista?

A escrever um e-mail.

Quando era pequeno o que é que queria ser quando fosse grande?

Professor de clarinete.

Que outra profissão teria se não fizesse o que faz?

Muitas outras, espero, mas não sei quais.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

Converter políticos desonestos em políticos sérios.

Se fosse mulher seria...

A minha mulher.

Se fosse uma personagem histórica seria...

Nelson Mandela.

O defeito de que não consegue livrar-se?

A incerteza.

A qualidade de que mais se orgulha?

A humildade (em alemão: “Demut”).

Uma proibição que não suporta?

A impossibilidade de beber um copo a seguir a um concerto no Luxemburgo porque a sala de espetáculos fecha às 23h.

Um livro?

“What I talk about when I talk about running” (“Auto-Retrato do escritor enquanto corredor de fundo”, na edição portuguesa), de Haruki Murakami.

Um disco?

“Sacred Love”, de Sting.

Um filme?

“Belle et Sébastien”.

Prato preferido?

Salada.

Clube do coração?

Nenhum.

Um lugar (país ou sítio)?

Portugal.

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

Coreia do Norte.

O lugar mais estranho onde já esteve?

Ouagadougou (capital do Burkina Faso). Um modo de vida completamente diferente do nosso.

O pior e o melhor do Luxemburgo?

O melhor: o multiculturalismo e uma certa abertura de espírito associada. O pior: a pequeneza e um certo espírito fechado associado.

Uma palavra que não gosta de usar?

“Político”.

A palavra (ou expressão) que mais usa por dia?

Se há uma, não me dou conta.

Um autor (vivo ou morto) para escrever a sua biografia?

Mark Manson (escritor norte-americano, autor de “The Subtle Art of Not Giving a Fuck”).

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Ver crescer os netos, com a minha mulher.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

O meu nome.

Depois desta entrevista vai...

Tocar contrabaixo.