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Hana Sofia Lopes no confessionário
Viver 2 min. 21.02.2017 Do nosso arquivo online

Hana Sofia Lopes no confessionário

Hana Sofia Lopes no confessionário

Foto: Ricardo Santos/Revista Lux
Viver 2 min. 21.02.2017 Do nosso arquivo online

Hana Sofia Lopes no confessionário

Hana Sofia Lopes é atriz, filha de imigrantes portugueses do Luxemburgo, onde nasceu em 1990. Integrou o elenco da telenovela “Coração d’Ouro” (SIC) em 2016. Em breve estreia nos EUA o filme “The Toy Gun”, uma co-produção entre o Luxemburgo, Bélgica e Alemanha. Acabou de gravar a série alemã ”Credo” para a Arte e ZDF.

Hana Sofia Lopes é atriz, filha de imigrantes portugueses do Luxemburgo, onde nasceu em 1990. Integrou o elenco da telenovela “Coração d’Ouro” (SIC) em 2016. Em breve estreia nos EUA o filme “The Toy Gun”, uma co-produção entre o Luxemburgo, Bélgica e Alemanha. Acabou de gravar a série alemã ”Credo” para a Arte e ZDF.

Foto: Paulo Lobo

O que estava a fazer antes desta entrevista?

A decorar texto para uma rodagem que está prestes a começar.

Quando era pequena o que queria ser quando fosse grande?

Queria ser hospedeira, porque adorava aeroportos e apanhar o avião.

Que outra profissão faria se não fizesse o que faz?

Teria sido advogada. Até comecei a estudar direito em Paris, mas a paixão pelo teatro falou mais alto.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

Teletransporte. Dava-me muito jeito.

Se fosse homem seria...

Não trocava.

Se fosse uma personagem histórica seria...

Abraham Lincoln. Pela coragem e perseverança.

O defeito de que não consegue livrar-se?

A gulodice.

A qualidade de que mais se orgulha?

Hum, talvez a coragem.

Uma proibição que não suporta?

“As regras foram feitas para serem quebradas”.

Um livro?

“Um eléctrico chamado desejo”, é uma peça de teatro, mas é um dos meus “must haves”, levo para todo o lado.

Um disco?

“Pearl”, de Janis Joplin.

Um filme?

Há tantos, mas diria “La voz dormida”, do realizador espanhol Benito Zambrano, um dos últimos que vi e que me transtornou.

Prato preferido?

Sushi, comida chinesa, italiana. Na comida, não sou difícil.

Clube do coração?

F. C. Chaves.

Um lugar (país ou sítio)?

Madrid.

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

Se pudesse escolher, não excluía nenhum. Acho que todos merecem ser visitados.

O lugar mais estranho onde já esteve? Porquê?

Casablanca, em Marrocos. São mil e um mundos numa cidade só. Estive lá em digressão com uma peça de teatro e nunca me vou esquecer da cidade pela estranheza do sítio.

O pior e o melhor do Luxemburgo?

Melhor: ter acesso a tantas culturas e línguas diferentes. Pior: falta de eventos culturais.

Uma palavra que não gosta de usar?

“Caramba!”

A palavra (ou expressão) que mais usa por dia?

“Estás a falar a sério?”

Um autor (vivo ou morto) para escrever a sua biografia?

Sigmund Freud.

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Poder um dia trabalhar com alguns realizadores que admiro.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

Nunca pensei no assunto, demasiado mórbido.

Depois desta entrevista vai...

Continuar a memorizar texto, “a never ending story” (uma história sem fim).

(JLC)

(este texto foi publicado no Contacto de 15/02/2017)

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Nasceu em Cabo Verde, formou-se em Portugal e vive no Luxemburgo desde 2007. Maria Rosário Gomes é presidente da Câmara de Comércio Luxemburgo – Cabo Verde e formadora na Maison des Associations. Enquanto artista plástica conta com várias exposições individuais e coletivas no Luxemburgo, Cabo Verde, Portugal, França e Bélgica.
Maria Gomes
O avançado lusodescendente de 31 anos é um dos jogadores com maior número de golos e internacionalizações ao serviço do Luxemburgo. Trocou o F91 Dudelange pelo Racing Luxembourg no final do último campeonato, que venceu, e continua a colecionar títulos.
Pedro Castilho tem 45 anos e é o representante da sociedade civil no Conselho Nacional de Estrangeiros (CNE), o órgão de consulta do Governo luxemburguês para as questões de imigração. É funcionário numa instituição bancária luxemburguesa e fundador da Verbalius, uma empresa que dá formações em “public speaking” (falar em público, comunicação e expressão verbal).
Pedro Castilho é filho de operários e hoje trabalha no mundo da finança. Colaborou em associações e projetos ligados ao mundo financeiro e cultural. Émembro das câmaras de comércio indiana e americana no Luxemburgo