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Daniel da Mota no confessionário
Viver 21.06.2017 Do nosso arquivo online

Daniel da Mota no confessionário

Daniel da Mota no confessionário

Foto: Dan Sheridan/Inpho
Viver 21.06.2017 Do nosso arquivo online

Daniel da Mota no confessionário

O avançado lusodescendente de 31 anos é um dos jogadores com maior número de golos e internacionalizações ao serviço do Luxemburgo. Trocou o F91 Dudelange pelo Racing Luxembourg no final do último campeonato, que venceu, e continua a colecionar títulos.

O avançado lusodescendente de 31 anos é um dos jogadores com maior número de golos e internacionalizações ao serviço do Luxemburgo. Trocou o F91 Dudelange pelo Racing Luxembourg no final do último campeonato, que venceu, e continua a colecionar títulos.

O que estava a fazer antes desta entrevista?

A lavar os dentes.

Quando era pequeno o que é que queria ser quando fosse grande?

Jogador profissional de futebol.

Que outra profissão faria se não fizesse o que faz?

Professor.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

Curar e ajudar os mais necessitados.

Se fosse mulher seria...

Psicóloga.

Se fosse uma personagem histórica?

Cristovão Colombo.

O defeito de que não consegue livrar-se?

Ser paciente.

A qualidade de que mais se orgulha?

Estar sempre ao serviço dos outros para os ajudar.

Uma proibição que não suporta?

Proibição de fazer desporto.

Um livro?

“Un long chemin vers la liberté”, de Nelson Mandela.

Um disco?

[Um dos] AC DC.

Um filme?

“Shutter Island”, com o Leonardo DiCaprio.

Prato preferido?

Todos com peixe.

Clube do coração?

FC Porto.

Um lugar (país ou sítio)?

América do Sul.

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

Nenhum.

O lugar mais estranho onde já esteve? Porquê?

Gomel, na Bielorússia.

O pior e o melhor do Luxemburgo?

O pior é o tempo, o melhor a grande diversidade cultural.

Uma palavra que não gosta de usar?

Insultos.

A palavra (ou expressão) que mais usa por dia?

“Quem não arrisca não petisca”.

Um autor (vivo ou morto) para escrever a sua biografia?

Gabriel García Márquez.

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Ir de férias com as pessoas de que mais gosto.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

Uma foto minha a sorrir e a frase: “Viva e deixe viver”.

Depois desta entrevista vai...

Vestir-me.

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Nasceu em Cabo Verde, formou-se em Portugal e vive no Luxemburgo desde 2007. Maria Rosário Gomes é presidente da Câmara de Comércio Luxemburgo – Cabo Verde e formadora na Maison des Associations. Enquanto artista plástica conta com várias exposições individuais e coletivas no Luxemburgo, Cabo Verde, Portugal, França e Bélgica.
Maria Gomes
Pedro Castilho tem 45 anos e é o representante da sociedade civil no Conselho Nacional de Estrangeiros (CNE), o órgão de consulta do Governo luxemburguês para as questões de imigração. É funcionário numa instituição bancária luxemburguesa e fundador da Verbalius, uma empresa que dá formações em “public speaking” (falar em público, comunicação e expressão verbal).
Pedro Castilho é filho de operários e hoje trabalha no mundo da finança. Colaborou em associações e projetos ligados ao mundo financeiro e cultural. Émembro das câmaras de comércio indiana e americana no Luxemburgo
Hana Sofia Lopes é atriz, filha de imigrantes portugueses do Luxemburgo, onde nasceu em 1990. Integrou o elenco da telenovela “Coração d’Ouro” (SIC) em 2016. Em breve estreia nos EUA o filme “The Toy Gun”, uma co-produção entre o Luxemburgo, Bélgica e Alemanha. Acabou de gravar a série alemã ”Credo” para a Arte e ZDF.