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Cassandra Lobo no confessionário
Cassandra Lobo.

Cassandra Lobo no confessionário

Cassandra Lobo.
Viver 28.02.2018

Cassandra Lobo no confessionário

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
“É uma grande responsabilidade como cantora carregar este apelido, mas eu quero guardá-lo comigo para ir o mais longe possível.” Cassandra Lobo é sobrinha daquele que ficou conhecido como “a voz de Cabo Verde”, Ildo Lobo, saudoso líder e vocalista do mítico grupo Tubarões. Cassandra nasceu na ilha de Santiago e reside há 18 anos no Luxemburgo. Em Cabo Verde venceu a primeira edição do concurso “Todo o Mundo Canta”. No Luxemburgo, depois do projeto “Cassandra Lobo Group” (world music), a cantora, que é também educadora de infância, vai lançar em breve o seu primeiro álbum a solo, um regresso às origens, com ritmos de Cabo Verde.

 O que estava a fazer antes desta entrevista?

Estava a trabalhar.

Quando era pequena o que é que queria ser quando fosse grande?

Hospedeira.

Que outra profissão faria se não fizesse o que faz?

Assistente social.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

Acabar com toda a pobreza no mundo.

Se fosse homem seria...

Futebolista.

Se fosse uma personagem histórica seria...

Amílcar Cabral.

O defeito de que não consegue livrar-se?

Pontualidade.

A qualidade de que mais se orgulha?

Honestidade.

Uma proibição que não suporta?

Uma mãe proibir o filho de ver o pai, quando há problemas entre os dois progenitores.

Um livro?

Bíblia.

Um disco/artista?

Nancy Vieira.

Um filme?

Independence Day.

Prato preferido?

Feijoada.

Clube do coração?

Benfica.

Um lugar (país ou sítio)?

Cabo Verde.

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

Indonésia.

O lugar mais estranho onde já esteve? Porquê?

Ilha de São Vicente [Cabo Verde], porque tem um lado tão lindo e outro tão triste, com crianças e velhos sem lugar para dormir, e com fome, a pedir na rua.

O pior e o melhor do Luxemburgo?

O pior é o clima. O melhor é a tranquilidade e a qualidade de vida.

Uma palavra (ou expressão) que não gosta de usar?

Palavrões como m*rda e diabo.

A palavra (ou expressão) que mais usa por dia?

Oh meu Deus! (risos).

Um autor (vivo ou morto) para escrever a sua biografia?

Não penso nisso.

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Reunir toda a minha família.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

Não penso nisso.

Depois desta entrevista vai...

Preparar o jantar.