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Carlos Pereira Marques no confessionário
Viver 01.03.2017 Do nosso arquivo online

Carlos Pereira Marques no confessionário

Carlos Pereira Marques foi o principal impulsionador da exposição que o Museu Nacional de História e de Arte do Luxemburgo acolheu em 2016 sobre os 125 anos do estabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e o Luxemburgo

Carlos Pereira Marques no confessionário

Carlos Pereira Marques foi o principal impulsionador da exposição que o Museu Nacional de História e de Arte do Luxemburgo acolheu em 2016 sobre os 125 anos do estabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e o Luxemburgo
Foto: Ivo Guimães
Viver 01.03.2017 Do nosso arquivo online

Carlos Pereira Marques no confessionário

Carlos Pereira Marques é embaixador de Portugal no Luxemburgo desde novembro de 2014. Iniciou a carreira diplomática em 1986 e ocupou diversos cargos nas representações de Portugal em Berna, Luanda e Viena de Áustria, tendo sido cônsul-geral em Joanesburgo. Em janeiro de 2012, foi nomeado sub-diretor geral de Política Externa no Ministério dos Negócios Estrangeiros. Foi nomeado representante permanente de Portugal junto da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) em março de 2014.

Carlos Pereira Marques é embaixador de Portugal no Luxemburgo desde novembro de 2014. Iniciou a carreira diplomática em 1986 e ocupou diversos cargos nas representações de Portugal em Berna, Luanda e Viena de Áustria, tendo sido cônsul-geral em Joanesburgo. Em janeiro de 2012, foi nomeado sub-diretor geral de Política Externa no Ministério dos Negócios Estrangeiros. Foi nomeado representante permanente de Portugal junto da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) em março de 2014.

O que estava a fazer antes desta entrevista?

Tentava pôr o meu correio em dia.

Quando era pequeno o que é que queria ser quando fosse grande?

Não pensava sequer nisso.

Que outra profissão faria se não fizesse o que faz?

Arquiteto.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

O de erradicar o mal do mundo.

Se fosse mulher seria...

É difícil de imaginar.

Se fosse uma personagem histórica seria...

Nelson Mandela.

O defeito de que não consegue livrar-se?

O excesso de zelo.

A qualidade de que mais se orgulha?

A tolerância.

Uma proibição que não suporta?

Os limites de velocidade.

Um livro?

“Narciso e Goldmund”, de Hermann Hesse.

 Um disco?

Os concertos de Mozart.

Um filme?

“Rumble Fish”, de Francis Ford Coppola. O último que vi, “Cartas da Guerra”, de Ivo Ferreira.

Prato preferido?

Pastéis de massa tenra.

Clube do coração?

Apartidário.

Um lugar (país ou sítio)?

Portugal.

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

Nenhum.

O lugar mais estranho onde já esteve?

O quartel-general de um ex-líder africano.

O pior e o melhor do Luxemburgo?

O pior, ainda não o encontrei. O melhor, a capacidade para se projetar no futuro.

Uma palavra que não gosta de usar?

Não. Impossível.

A palavra (ou expressão) que mais usa por dia?

Todas as que se relacionam com a educação do meu filho.

Um autor (vivo ou morto) para escrever a sua biografia?

Não creio que valha a pena.

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Do famoso trio falta o livro.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

Não aspiro a tanto.

Depois desta entrevista vai...

Jantar.

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Nasceu em Cabo Verde, formou-se em Portugal e vive no Luxemburgo desde 2007. Maria Rosário Gomes é presidente da Câmara de Comércio Luxemburgo – Cabo Verde e formadora na Maison des Associations. Enquanto artista plástica conta com várias exposições individuais e coletivas no Luxemburgo, Cabo Verde, Portugal, França e Bélgica.
Maria Gomes
Rui Monteiro tem 51 anos e é cônsul-geral de Portugal no Luxemburgo desde junho de 2012. Antes de ser destacado para o Grão-Ducado, o diplomata foi cônsul-geral em Valência, na Venezuela e, depois, conselheiro da Embaixada de Portugal em França.
Licenciado em Direito, Rui Monteiro entrou para o quadro diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros em 1991