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Antónia Dham do Rosário no confessionário
Antónia Dahm dp Rosario chegou ao Luxemburgo em 1994.

Antónia Dham do Rosário no confessionário

Antónia Dahm dp Rosario chegou ao Luxemburgo em 1994.
Viver 2 min. 10.01.2018

Antónia Dham do Rosário no confessionário

Antónia Dham do Rosário, 48 anos e de origem cabo-verdiana, foi candidata às últimas eleições comunais em Pétange, pelo déi Lénk (a Esquerda). É atualmente vice-presidente do departamento de imigrantes do sindicato OGB-L e delegada sindical na empresa Cactus.

Antónia Dham do Rosário, 48 anos, foi candidata às últimas eleições comunais em Pétange, pelo déi Lénk (a Esquerda), e uma das poucas multiplicadoras lusófonas destacadas para tentar aumentar o número de inscrições para as mesmas eleições. Formada em Turismo e em Comércio, é atualmente vice-presidente do departamento de imigrantes do sindicato OGB-L e delegada sindical na empresa Cactus. Antónia Dham do Rosário nasceu em Chã de Pedra, ilha de Santo Antão, Cabo Verde, e chegou ao Luxemburgo em 1994.

O que estava a fazer antes desta entrevista?

Estava a trabalhar. Acabei de chegar a casa.

Quando era pequena o que é que queria ser quando fosse grande?

Professora.

Que outra profissão faria se não fizesse o que faz?

Assistente social.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

Levar a paz ao mundo inteiro.

Se fosse homem seria...

Nelson Mandela.

Se fosse uma personagem histórica seria...

Madre Teresa de Calcutá.

O defeito de que não consegue livrar-se?

Querer resolver o problema de toda a gente.

A qualidade de que mais se orgulha?

Ser cabo-verdiana e mulher de cor.

Uma proibição que não suporta?

Proibir uma pessoa de expor os seus sentimentos e a maneira de pensar.

Um livro?

O Poder do Subconsciente, de Joseph Murphy.

Uma música?

A-mi n kre-u txeu, de Mayra Andrade.

Um filme?

Qualquer filme baseado em histórias verídicas.

Prato preferido?

Cachupa.

Clube do coração?

Benfica e Mindelense.

Um lugar (país ou sítio)?

Luxemburgo, porque me deu uma segunda oportunidade.

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

Gostava de conhecer todos.

O lugar mais estranho onde já esteve?

Antália, na Turquia, a ver várias pessoas a rezar na rua.

O pior e o melhor do Luxemburgo?

O melhor: multicultural e multilingue. O pior: os cursos de luxemburguês para adultos não estão bem adaptados.

Uma palavra que não gosta de usar?

“Impossível”.

A expressão que mais usa por dia?

Quando queremos, podemos.

Pessoa para escrever a sua biografia?

O meu conterrâneo e académico Corsino Tolentino.

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Criar um sistema para que as pessoas de idade ficassem com a família até ao fim das suas vidas.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

Realizou todos os seus sonhos.

Depois desta entrevista vai...

Ajudar o meu filho a fazer os trabalhos de casa, da escola.

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