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Alyssa Milano sobre a covid-19. "Pensei que ia morrer"
Viver 10.08.2020

Alyssa Milano sobre a covid-19. "Pensei que ia morrer"

Alyssa Milano sobre a covid-19. "Pensei que ia morrer"

Foto: AFP
Viver 10.08.2020

Alyssa Milano sobre a covid-19. "Pensei que ia morrer"

Catarina OSÓRIO
Catarina OSÓRIO
A atriz norte americana de séries de TV como Anatomia de Grey ou Insatiable partilhou a sua experiência sobre a covid-19.

(CO/AFP)

A atriz norte-americana Alyssa Milano descreveu recentemente os sintomas que teve após estar infetada com a covid-19. A jovem de 47 anos, que foi diagnosticada em abril, publicou este domingo um vídeo na rede social Instagram onde descreve os danos que a infeção provocou e ainda provoca no seu corpo. Um dos estragos evidentes é a queda de cabelo. Num vídeo de um minuto e meio a atriz escova o cabelo molhado onde mostra a queda a cada escovagem.

Também em entrevista recente à televisão americana CNN a atriz contou como foi viver com a doença. "Nunca tinha estado tão doente antes", disse. Alyssa referiu a falta de ar, dores de cabeça, vómitos, febre e perda de olfato. "Pensei que ia morrer". A atriz tinha todos os sintomas da doença apesar de ter feito dois testes de despistagem e um de anticorpos todos negativos. Só ao quarto teste, o segundo de anticorpos, é que testou positivo. 

Mesmo após quatro meses a atriz continua a ter sintomas como tonturas, falta de ar e problemas de estômago. Nas declarações à CNN, Milano referiu ainda que os testes são defeituosos e que os verdadeiros números da infeção nos EUA não são conhecidos. E adiantou que vai doar plasma sanguíneo na esperança de ajudar outros. A atriz continuou a apelar aos gestos de contenção como a distância física e o uso da máscara. Entre os seguidores que agradeceram o testemunho da atriz estão Reese Witherspoon e Chelsea Handler.

Milano esteve ligada ao movimento #MeToo iniciado em 2017, quando o seu testemunho pessoal de abusos sexuais saltou para as manchetes dos jornais. A atriz contou que foi abusada por um homem em 1992, mas não quis revelar a sua identidade. O nome mais falado associado ao movimento #MeToo foi o de Harvey Weinstein, produtor de Hollywood que abusou sexualmente de centenas de mulheres ao longo de décadas. 

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