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A Busca por Serviços Bancários Personalizados

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A Busca por Serviços Bancários Personalizados

Tal como acontece com outros sectores, a actual Era da Digitalização e das soluções automatizadas representa um desafio para os Bancos Privados.

Evidente, porém, é que os clientes «High Net Worth» têm necessidades muito individualizadas no que diz respeito à gestão de património, impossíveis de servir através de soluções automáticas mesmo pelo mais avançado «robo-advisor».

Uma instituição que pretenda ajudar os seus clientes a atingir os seus objetivos, correspondendo às realizando as suas ambições e fazendo o seu legado perdurar por várias gerações – só o conseguirá se for capaz de construir duradouras relações de confiança, permitindo aos seus profissionais investir tempo para compreender o seu cliente: a sua personalidade, aspirações, valores, idiossincrasias pessoais e profissionais, apetência pelo risco, perfil de liquidez, e centenas de outras variáveis.

Embora muitos bancos promovam o carácter pessoal dos seus serviços, numa busca constante pela diferenciação, isso muitas vezes não significa mais do que uma superficial adaptação da sua oferta «standard». Frequentemente, os bancos acabam a colocar a tónica nos seus serviços tecnológicos (apps, e-banking, etc.), em nome da eficiência, mas se este acesso fácil tem os seus benefícios, nada substitui inteiramente o contacto com um banqueiro experiente e capaz de apresentar uma solução eficaz para um problema concreto.

Sendo certo que a Inteligência Artificial e a Fintech continuarão a crescer e novos competidores a entrar no mercado, significará isso que a Era da Banca Convencional terminou?

É altamente improvável, pese embora a constante alteração do cenário competitivo, fruto das normas atuais. Dito de outro modo, a tecnologia não é uma ameaça ao sector, mas antes uma necessidade absoluta quando se trata de fornecer serviços de alta-qualidade. É, porém, muito improvável que a tecnologia venha a substituir de forma terminante as relações humanas.

Dado o incremento da regulamentação e dos custos operativos, são hoje muito poucos os bancos capazes de se focar em necessidades, objetivos e receios de cada cliente.

Isso exige de um banco uma atenção particular aos clientes, uma visão de longo-prazo, e de permitir aos seus profissionais que invistam o seu tempo no desenvolvimento de soluções para responder a todas as necessidades do cliente, sejam elas planeadas e positivas ou não. Para compreender receios, explorar oportunidades, discutir estratégias e encontrar visões comuns, uma oferta de «tamanho único» é claramente insuficiente. Apesar dos maiores custos de tempo associados a um serviço verdadeiramente personalizado, de boutique, isso pode muito bem distinguir um banco dos seus competidores, tanto mais num mercado que enfrenta a entrada de novos e muitas vezes mais flexíveis concorrentes, sejam eles agressivas empresas de Fintech ou instituições maiores em busca de maior eficiência por via da uniformização.

Para mais informações visite o portal do Banque Havilland.