Escolha as suas informações

Venda de água da torneira nos restaurantes adiada para 2023
Sociedade 20.06.2022
Governo

Venda de água da torneira nos restaurantes adiada para 2023

Governo

Venda de água da torneira nos restaurantes adiada para 2023

Sociedade 20.06.2022
Governo

Venda de água da torneira nos restaurantes adiada para 2023

Diana ALVES
Diana ALVES
Os preços ficarão ao critério das empresas.

A campanha para incentivar os restaurantes a vender água da torneira, anunciada em 2019, não foi cancelada mas só deverá ver a luz do dia na primavera do próximo ano.

Questionado pela deputada Myriam Cecchetti, do déi Lénk, o ministro do Turismo e das Classes Médias, Lex Delles, garantiu que o assunto não caiu no esquecimento, mas a pandemia veio atrasar os planos do Governo.

Depois de uma paragem, devido à pandemia, as discussões entre o Executivo e as organizações envolvidas – Horeca, Associação Luxemburguesa dos Serviços de Água (ALUSEAU, na sigla em francês) e uma agência de comunicação – foram retomadas no passado mês de março, estando previsto que “o projeto fique operacional na primavera de 2023”, adianta Lex Delles.

O ministro lembra que o objetivo não é que cafés e restaurantes passem a oferecer gratuitamente água da torneira, mas sim deixar a escolha tanto aos estabelecimentos como aos clientes. Os preços ficarão ao critério das empresas.

Ao contrário de outros países, no Luxemburgo cafés e restaurantes não têm por hábito oferecer ou vender água da torneira. Em 2019, uma petição pública trouxe o tema para discussão, recolhendo mais de cinco mil assinaturas. Após o debate no Parlamento, o ministro do Turismo e Classes Médias prometeu uma campanha de sensibilização sobre a questão.

Uma das medidas decididas na altura dizia respeito à produção de garrafas com logótipos uniformizados em todo o país, de forma a criar uma “marca” nacional. Segundo Lex Delles, a pandemia causou atrasos significativos ao nível da produção das garrafas personalizadas.

Sobre o número de empresas de cafés e restaurantes que irão participar na iniciativa, Delles diz que é impossível quantificar, já que as empresas são livres de aderir ou não.

Note-se que, na altura da petição, a decisão de levar a cabo uma campanha não satisfez as exigências dos apoiantes da inicitaiva, que reivindicavam uma lei sobre a matéria. Algo que continua fora dos planos do Governo.  

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas