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Vacina contra a covid-19 só "na primavera de 2021"
Sociedade 29.07.2020

Vacina contra a covid-19 só "na primavera de 2021"

Vacina contra a covid-19 só "na primavera de 2021"

Foto: AFP
Sociedade 29.07.2020

Vacina contra a covid-19 só "na primavera de 2021"

Segundo Ulf Nehrbass, director do Instituto de Saúde do Luxemburgo, uma vacina só deverá estar disponível dentro de seis meses a um ano. Até lá a máscara e o distanciamento são as melhores barreiras.

Uma vacina contra a covid-19 só deverá estar disponível na próxima primavera. 

Citado pelo L'Essentiel, Ulf Nehrbass, director do Instituto de Saúde do Luxemburgo, afirma que uma vacina só chegará ao mercado  "dentro de seis meses a um ano, na primavera de 2021".

O responsável baseia-se nos resultados dos testes que estão a ser realizados "na Alemanha e no Reino Unido" e que define como "promissores". 


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De acordo com um dos principais especialistas responsáveis pelo combate à pandemia, o aumento dos casos de infeção por covid-19 no Luxemburgo está a abrandar.

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Entretanto, o laboratório francês Sanofi e o britânico GSK anunciaram esta quarta-feira, 29 de julho, que chegaram a acordo com o governo britânico para fornecer 60 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, "sujeito à assinatura de um contrato definitivo".

Os dois grupos, que afirmam que a vacina que estão a desenvolver poderia ser autorizada já na primeira metade de 2021, informaram em comunicado que "estão em curso conversações ativas com a Comissão Europeia, com França e Itália na equipa de negociação, e com outros governos, para garantir o acesso global".


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Esta é a primeira vacina experimental fora da China a alcançar este ponto crítico para comprovar a sua eficácia e segurança antes da distribuição em massa.

Apesar de reconhecer que "não há garantia" de que se encontre uma vacina contra o novo coronavírus, o ministro para os Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido, Alok Sharma, citado no comunicado, defendeu que "é importante" garantir "acesso rápido a uma vasta gama de promissores candidatos a vacinas".

Este é o quarto acordo deste tipo garantido pelo Reino Unido, após acordos semelhantes com a AstraZeneca, Valneva e BioNTech/Pfizer. O país assegurou já um total de 250 milhões de doses.

Com Lusa

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