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Trajeto casa-trabalho dura em média 29 minutos no Luxemburgo
Sociedade 21.10.2020 Do nosso arquivo online

Trajeto casa-trabalho dura em média 29 minutos no Luxemburgo

Trajeto casa-trabalho dura em média 29 minutos no Luxemburgo

Foto: Guy Jallay
Sociedade 21.10.2020 Do nosso arquivo online

Trajeto casa-trabalho dura em média 29 minutos no Luxemburgo

Diana ALVES
Diana ALVES
Os residentes do Luxemburgo estão entre os europeus que mais tempo passam no trajeto casa-trabalho.

Os residentes do Luxemburgo estão entre os europeus que mais tempo passam no trajeto casa-trabalho. Segundo dados de 2019, divulgados hoje pelo Eurostat, o percurso entre o domicílio e o local de trabalho dura em média 29 minutos no Luxemburgo. No conjunto dos países da União Europeia (UE), a média é de 25 minutos.

Na comparação europeia, apenas a Letónia apresenta uma média superior, sendo que os letões passam em média 33 minutos na deslocação até ao local de trabalho. A seguir aparece então o Luxemburgo e a Hungria, ambos com uma média de 29 minutos.

No conjunto dos países da UE a duração média do trajeto é então de 25 minutos, sendo que na maior parte – 17 países – o percurso varia entre os 24 e os 28 minutos. Chipre (19 minutos), Grécia (20) e Itália e Portugal (ambos com 21) são os Estados-membros onde os trabalhadores menos tempo passam ao volante, nos transportes públicos ou no trajeto a pé entre o local onde vivem e aquele onde trabalham.

As estatísticas do Eurostat mostram também que o Luxemburgo e a Letónia são os países do bloco com as maiores taxas de trabalhadores com trajetos a oscilar entre os 30 e os 59 minutos. Por cá, essa taxa é de 36,3%, ao passo que na Letónia sobe para 38,8%. Já a percentagem de pessoas que precisam de mais de uma hora para chegar ao emprego é inferior a 10% no Grão-Ducado.

Note-se que os dados do Eurostat dizem respeito à ida direta de casa para o trabalho, sem qualquer desvio. O gabinete europeu de estatística sublinha que estes são dados de 2019, pré-pandemia, salientando que a situação mudou substancialmente desde o início da crise da covid-19, que fez disparar o número de pessoas em teletrabalho.  

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