Suíça decide manter Luxemburgo como país de risco. Bélgica entra na lista
Suíça decide manter Luxemburgo como país de risco. Bélgica entra na lista
De acordo com o mapa atualizado esta quinta-feira, o Governo suíço continua a obrigar os viajantes que tenham estado no Grão-Ducado nos 14 dias anteriores à sua entrada na Suíça a cumprir uma quarentena de dez dias. A Bélgica foi adicionada à mesma lista de países de risco.
Nem um teste negativo à covid permite interromper a quarentena e a violação da mesma pode dar multas de 10.000 francos suíços, o equivalente a mais de 9.200 euros, de acordo com o site do Serviço Federal de Saúde Pública do país.
Os viajantes oriundos de um dos cerca de 50 países e territórios indicados, incluindo o Luxemburgo, são também obrigados a informar as autoridades locais da sua entrada no país no prazo de dois dias após pisarem solo suíço. Entre os novos países adicionados à lista incluem-se também Andorra, Malta e Mónaco.
Numa questão parlamentar, que classifica de "urgente", dirigida ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Jean Asselborn, o deputado do DP, Gilles Baum, lamenta que a Suíça tenha decidido retirar cinco nomes da lista negra – Arábia Saudita, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe, Sérvia e Singapura –, mas não o do Luxemburgo. O parlamentar questiona por isso o chefe da diplomacia luxemburguesa, sobre o porquê de o Grão-Ducado continuar naquela lista, querendo saber se o governante tem mantido, ou tenciona iniciar, conversações com as autoridades suíças, como fez com as alemãs.
O deputado pede ainda a Asselborn uma lista atualizada dos países europeus que exigem quarentena a quem viaja do Luxemburgo. O assunto surge um dia depois de se saber que a Alemanha decidiu retirar o Grão-Ducado da sua lista de países de risco. Pela segunda semana consecutiva, o número de novas infeções pela covid-19 no Luxemburgo ficou abaixo das 50 por cada 100.000 habitantes.
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