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Remdesivir já tem luz verde da Agência Europeia de Medicamentos para tratar covid-19
Sociedade 25.06.2020

Remdesivir já tem luz verde da Agência Europeia de Medicamentos para tratar covid-19

Remdesivir já tem luz verde da Agência Europeia de Medicamentos para tratar covid-19

AFP
Sociedade 25.06.2020

Remdesivir já tem luz verde da Agência Europeia de Medicamentos para tratar covid-19

Um ensaio clínico mostrou que os pacientes graves tratados com este medicamento recuperam em média em 12 dias, seis dias mais cedo do que os restantes.

De hoje em diante o Remdesivir já pode ser prescrito aos doentes mais graves da covid-19, depois do comité científico da Agência Europeia de Medicamentos ter dado luz verde à terapêutica que, desta forma se torna no primeiro tratamento indicado para o novo coronavírus. "Tendo em conta os dados disponíveis, a Agência considera que o equilíbrio entre benefícios e riscos se revelou positivo em pacientes com pneumonia que necessitam de oxigénio suplementar", concluem os especialistas. 

Para já, o medicamento não está disponível para todos os pacientes, sendo recomendado essencialmente aos que depender do ventilador para respirar. No caso específico da União Europeia, o Remdesivir só pode ser comercializado se a Comissão Europeia autorizar. De acordo com o diário catalão La Vanguardia, Bruxelas pode desbloquear o dossier no final da próxima semana. Até lá, Agência Europeia de Medicamentos disponibiliza uma espécie de autorização condicional para permitir o acesso à terapêutica em casos mais urgentes. Injetável só pode ser usado em hospitais com supervisão médica. 

Desde o final de abril que o comité científico da instituição que é responsável pelo controlo da segurança dos medicamentos começou a avaliar o Remdesivir. 

Um estudo levado a cabo pelo Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA demonstrou que pacientes graves tratados com este medicamento recuperam em média em 12 dias, seis dias antes dos restantes infetados.  Em contrapartida, não foi detectado qualquer benefício entre os pacientes menos graves ou pacientes já em ventilação quando começaram a receber Remdesivir.


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