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Recorde de quase 4 milhões de casos em todo o mundo nas últimas 24 horas
Sociedade 27.01.2022
Covid-19

Recorde de quase 4 milhões de casos em todo o mundo nas últimas 24 horas

Covid-19

Recorde de quase 4 milhões de casos em todo o mundo nas últimas 24 horas

AFP
Sociedade 27.01.2022
Covid-19

Recorde de quase 4 milhões de casos em todo o mundo nas últimas 24 horas

Lusa
Lusa
O mundo registou um novo recorde de infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, com 3,84 milhões de casos positivos, apesar da curva de contágios indicar que a propagação da variante Ómicron está a desacelerar, foi hoje divulgado.

Segundo referiu a Organização Mundial da Saúde (OMS), nenhuma das vagas anteriores da pandemia de covid-19 ultrapassou um milhão de casos diários.

A agência das Nações Unidas revelou que a variante Omicron está a avançar de modo exponencial, embora os casos estejam a crescer a uma velocidade mais lenta: cerca de 5% na semana passada, 20% na anterior e 55% na semana prévia.

Desde o início da pandemia, há dois anos, os casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 confirmados pela OMS totalizaram 356 milhões (equivalente a 5% da população mundial) e mais de 5,6 milhões de pessoas morreram devido à doença covid-19.

Cerca de 90% dos casos de covid-19 analisados pela rede global de laboratórios GISAID - associada à OMS – são da variante Omicron do novo coronavírus, enquanto a variante Delta, que era dominante em 2021, corresponde aos restantes casos e continua em declínio.

A atual onda de infeções não tem sido acompanhada por mais mortes, embora tenham sido confirmadas 9.000 vítimas mortais nas últimas 24 horas, um valor ligeiramente superior à média dos últimos três meses, que oscilou entre 5.000 e 8.000 mortes por dia.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A nova variante Omicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

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