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Portugal. Sobe para 58 o número de casos de varíola dos macacos
Sociedade 26.05.2022 Do nosso arquivo online
Surto

Portugal. Sobe para 58 o número de casos de varíola dos macacos

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Portugal. Sobe para 58 o número de casos de varíola dos macacos

Foto: Bernd Weißbrod / dpa
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Portugal. Sobe para 58 o número de casos de varíola dos macacos

Lusa
Lusa
O número de infeções confirmadas pelo vírus Monkeypox subiu para 58 em Portugal, anunciou esta quinta-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS), que está a estudar a eventual necessidade de vacinar contactos de casos e profissionais de saúde.

A DGS adianta, em comunicado, que foram confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) mais nove casos de infeção humana pelo vírus Monkeypox, da família do vírus que causa a varíola.

A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve, refere, acrescentando que os doentes mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis e em ambulatório.


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“Todas as infeções confirmadas são em homens entre os 23 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos”, acrescenta a autoridade de saúde.

A DGS adianta que Portugal está a encetar diligências no sentido de constituir uma reserva nacional de vacinas, através do mecanismo europeu.

“De igual forma, através de especialistas da Comissão Técnica de Vacinação da DGS, está a ser estudada a eventual necessidade de administrar a vacina a contactos de casos confirmados e a profissionais de saúde, no contexto deste surto”, sublinha.

Portugal quer criar reserva nacional de vacinas

Na quarta-feira, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, afirmou que, pelo conhecimento que há desta doença, a vacina e antivirais são os processos que existem de prevenção de tratamento.

O governante disse ainda que Portugal tem vacinas e antivirais, mas precisa de "adquirir [mais] para a reserva estratégica de medicamento".


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A DGS aconselha as pessoas que apresentem lesões ulcerativas, erupção cutânea, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, a procurar aconselhamento médico.

“Reforçam-se as medidas a implementar perante sintomas suspeitos, devendo os indivíduos abster-se de contacto físico direto com outras pessoas e de partilhar vestuário, toalhas, lençóis e objetos pessoais enquanto estiverem presentes as lesões cutâneas, em qualquer estádio, ou outros sintomas”, acrescenta.

A DGS continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias.

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