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Máscara na rua passa a ser obrigatória em toda a região de Bruxelas
Sociedade 12.08.2020

Máscara na rua passa a ser obrigatória em toda a região de Bruxelas

Máscara na rua passa a ser obrigatória em toda a região de Bruxelas

Foto: AFP
Sociedade 12.08.2020

Máscara na rua passa a ser obrigatória em toda a região de Bruxelas

Catarina OSÓRIO
Catarina OSÓRIO
O governo regional prepara-se para tornar obrigatório o uso de máscara em todos os locais públicos da região de Bruxelas para conter a propagação do vírus.

O uso de máscara em todos os locais fora de casa vai ser obrigatório em todas as 19 comunas da região de Bruxelas para conter a propagação da infeção por covid-19. A medida deverá entrar em vigor ainda esta quarta-feira, 12 de agosto. As autoridades estavam em alerta e prontas para atuar caso fosse ultrapassada a barreira das 50 novas infeções por 100.000 habitantes na região onde se insere a capital belga. O que aconteceu esta quarta-feira. 

"Esta quarta-feira, 12 de agosto de 2020, a taxa de incidência no território de Bruxelas atingiu a média de 50 casos de infeção por covid-19 por 100.000 habitantes durante os últimos sete dias", explica o governo regional num comunicado citado pela RTL. 

 "O uso de uma máscara que cobre o nariz e a boca é portanto obrigatório para todas as pessoas com 12 anos ou mais em locais públicos e em locais privados acessíveis ao público em todo o território da Região Bruxelas-Capital", acrescenta o governo regional. As regiões da Flandres e da Valónia estão excluídas da obrigação.  

A nova medida prevê, no entanto, algumas exceções: "quando se pratica um desporto, quando se realiza um trabalho físico intensivo na via pública, e para pessoas com deficiência que não consigam usar uma máscara ou uma proteção facial", indica o documento.    

Atualmente o porte de máscara já é obrigatório em todo o país na maioria dos locais públicos fechados desde 11 de julho para todas as pessoas com mais de 12 anos. Segundo o balanço mais recente, a Bélgica atingiu os 75.000 casos de infeção desde o início da pandemia, números que voltaram a subir em julho após o desconfinamento. O país regista quase 9.900 mortes e tem uma das taxas de mortalidade da doença mais elevados do mundo.

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