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Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos
Sociedade 04.10.2022
Surto

Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos

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Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos

Foto: Getty Images/iStockphoto
Sociedade 04.10.2022
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Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Até 27 de setembro, tinham sido comunicados 55 casos da doença no país.

O Luxemburgo continua sem registar novos casos de varíola dos macacos (Monkeypox). Até 27 de setembro, tinham sido comunicados 55 casos do vírus no país. No mais recente relatório semanal, o Ministério da Saúde relembra que "até agora todos os casos foram detetados em homens. Em média, os doentes tinham 37 anos".


Varíola dos macacos. As grandes perguntas que ainda permanecem
O vírus da varíola dos macacos (ou Monkeypox) gerou um surto em países fora de África, onde o vírus é endémico. Algumas especificidades da atual epidemia geram novas questões.

Três das pessoas infetadas com o Monkeypox foram hospitalizadas durante um curto período de tempo, "mas entretanto deixaram o hospital", disse ainda o ministério no mesmo relatório.

673 pessoas receberam primeira dose da vacina

No Luxemburgo, a campanha de vacinação contra a varíola dos macacos teve início a 16 de agosto. Entre os vacinados, 673 receberam uma primeira dose e 310 pessoas uma segunda.

A nível europeu, foram contabilizados 366 novos casos de varíola face à semana anterior, elevando o total para 24.622 registados em 44 países de todo o continente desde 7 de março.


Varíola dos macacos. Europeus cruzam fronteiras para se vacinarem
Distribuição de lotes expõe desigualdades entre países. Em França, já foram vacinados "belgas, suíços, italianos e até espanhóis", diz a autoridade sanitária francesa.

As autoridades luxemburguesas recordam que "os principais sintomas da doença são erupção cutânea, febre, fadiga, dores musculares, vómitos, diarreia, calafrios, dor de garganta ou de cabeça" e sublinham que, entre as medidas de proteção, é aconselhado reduzir o número de parceiros sexuais e não partilhar bens pessoais com pessoas infetadas ou pessoas que tenham estado em contacto com pessoas infetadas".

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