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Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos
Sociedade 23.09.2022
Saúde

Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos

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Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos

Getty Images/iStockphoto
Sociedade 23.09.2022
Saúde

Luxemburgo sem novos casos de varíola dos macacos

Redação
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Três das pessoas que tinham sido infetadas com o Monkeypox foram hospitalizados durante um curto período de tempo, mas já tiveram alta, refere o relatório do ministério.

O Luxemburgo continua sem registar novos casos de varíola dos macacos (Monkeypox). Até 21 de setembro, tinham sido comunicados 55 casos de varíola de macaco no país. 

No mais recente relatório semanal, o Ministério da Saúde confirmou que "não foram comunicados novos casos desde a semana passada" e que "até agora todos os casos detetados são do sexo masculino com uma idade média de 37 anos". 


Há 55 casos de varíola dos macacos no Luxemburgo
A idade média dos infetados é de 37 anos.

Três das pessoas infetadas com o Monkeypox foram hospitalizados durante um curto período de tempo, "mas entretanto deixaram o hospital", disse ainda o ministério no mesmo relatório. 

No Luxemburgo, a campanha de vacinação contra a varíola dos macacos teve início a 16 de agosto. Entre os vacinados, 628 receberam uma primeira dose e 230 pessoas uma segunda. 

A nível europeu, foram contabilizados 419 novos casos de varíola face à semana anterior, elevando o total para 24.256 registados em 44 países de todo o continente desde 7 de março. 

De total de infetados na Europa, até ao momento, 691 tiveram de ser hospitalizados, seis foram admitidos nos cuidados intensivos e cinco morreram.


UE compra mais 170 mil doses de vacinas contra a varíola dos macacos
As vacinas do laboratório dinamarquês Bavarian Nordic serão entregues aos Estados-membros até ao final do ano.

As autoridades luxemburguesas recordam que "os principais sintomas da doença são erupção cutânea, febre, fadiga, dores musculares, vómitos, diarreia, calafrios, dor de garganta ou de cabeça" e sublinha que "entre as medidas de proteção, é aconselhável reduzir o número de parceiros sexuais e não partilhar bens pessoais com pessoas infetadas ou pessoas que tenham estado em contacto com pessoas infetadas".  

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