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Luxemburgo mantém nota máxima no índice de igualdade de mulheres do Banco Mundial
Sociedade 15.01.2020

Luxemburgo mantém nota máxima no índice de igualdade de mulheres do Banco Mundial

Luxemburgo mantém nota máxima no índice de igualdade de mulheres do Banco Mundial

Foto: Lex Kleren
Sociedade 15.01.2020

Luxemburgo mantém nota máxima no índice de igualdade de mulheres do Banco Mundial

O estudo mostra como as leis ampliam ou diminuem a participação feminina no mercado de trabalho.

(HB) - O Luxemburgo é um dos oito países com a nota máxima no índice do Banco Mundial que mede a igualdade entre homens e mulheres.

De acordo com o estudo "Mulher, Negócios e Direito 2020", o Grão-Ducado obteve 100 pontos, o mesmo valor que em 2019.

O documento analisou oito indicadores de 190 países e mostra como as leis ampliam ou diminuem a participação feminina no mercado de trabalho.

Entre os indicadores analisados estão: mobilidade, local de trabalho, remuneração, casamento, maternidade e paternidade, empreendedorismo, ativos e pensões.

Os outros países com a nota máxima são Canadá e seis Estados europeus: Bélgica, França, Suécia, Dinamarca, Islândia e Letónia.

Já Portugal e Alemanha aparecem no segundo grupo do ranking com uma pontuação de 97,5.

Num outro estudo similar, divulgado recentemente pelo instituto europeu EIGE, o Luxemburgo aparece como o 10º país da União Europeia mais bem cotado em igualdade de género, porém, falha na distribuição igualitária dos géneros em cargos de topo na política e no mundo económico.

Em resposta a uma questão parlamentar sobre este relatório, apresentada pela deputada d’Os Verdes Chantal Gary, a ministra da Igualdade, Taina Bofferding, reconheceu que é preciso equilibrar a representação feminina nas áreas do poder e cargos de decisão.


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