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Luxemburgo é um dos países da UE onde há menos casamentos

Luxemburgo é um dos países da UE onde há menos casamentos

Foto: Pixabay
Sociedade 14.02.2019

Luxemburgo é um dos países da UE onde há menos casamentos

O Grão-Ducado é o terceiro país da União Europeia onde as pessoas menos se casam, de acordo com os dados do Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) relativos a 2017.

A propósito do dia de São Valentim que se assinala hoje, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) publicou dados sobre a taxa de matrimónios na União Europeia. Segundo o gabinete, os casais residentes no Grão-Ducado não parecem ser muito adeptos do casamento. O Luxemburgo é o terceiro país da UE com a taxa de matrimónios mais baixa, uma média de 3,2 casamentos por 1000 habitantes. Portugal encontra-se apenas um lugar acima do Luxemburgo com 3,3 matrimónios. As vizinhas França (3,5) e Bélgica (3,9) também se posicionam no fundo da tabela.

Fonte: Eurostat

O Grão-Ducado só é ultrapassado pela Itália (com a mesma taxa) e pela Eslovénia. Nesta última, houve apenas 3,1 casamentos por 1000 habitantes em 2017. 

A média europeia é de 4,3 casamentos, ultrapassada por exemplo pela Alemanha (5,0). Do lado oposto, está a Lituânia, a recordista em casamentos por 1000 habitantes: 7,5. Seguem-se a Roménia (7,3) e o Chipre (6,8). 


Nasceram mais bebés no Luxemburgo em 2018
Foram registados 5.692 nascimentos em 2018, na cidade do Luxemburgo, uma ligeira progressão comparada aos 5.434 que nasceram em igual período de 2017.

Mais divórcios do que casamentos em 2017

No mesmo dia, o gabinete de estatísticas luxemburguês (Statec) publicou dados dos casamentos relativos a 2017. Neste ano registaram-se 1908 uniões, dos quais 42 entre pessoas do mesmo sexo. No mesmo ano, os divórcios ultrapassaram os matrimónios: 1192. O organismo nota também que o número de casamentos tem oscilado ao longo dos anos. Após um pico em 2015, ano em que se registaram 2052 matrimónios, no ano seguinte os números baixaram ligeiramente, com uma ligeira subida em 2017.


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