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Lago de Echternach. Mais de 3.000 peixes apareceram mortos e as causas são um mistério
Sociedade 07.05.2022
Natureza

Lago de Echternach. Mais de 3.000 peixes apareceram mortos e as causas são um mistério

Lac d'Echternach
Natureza

Lago de Echternach. Mais de 3.000 peixes apareceram mortos e as causas são um mistério

Lac d'Echternach
Sociedade 07.05.2022
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Lago de Echternach. Mais de 3.000 peixes apareceram mortos e as causas são um mistério

Redação
Redação
Desde março que as carpas prateadas estão a morrer no lago luxemburguês. As análises e autópsias realizadas não detetam a razão desta mortandade.

É um fenómeno inexplicável. Desde março que já foram retirados do lago de Echternach mais de três mil carpas prateadas que aparecem mortas a boiar na água, revela a RTL esta manhã. A mortandade está a afetar apenas esta espécie de peixe entre tantos que habitam neste lago.

O problema é que as análises à água e as autópsias realizadas às carpas pela Administração da Água do Luxemburgo e pela Inspeção Veterinária não conseguem identificar as causas da morte de mais de três toneladas deste peixe num curto espaço de tempo. 

"Nenhuma intervenção ambiental nociva foi detetada na água", “nem as autópsias aos peixes encontraram vestígios de vírus ou bactérias” que expliquem as mortes, declarou à RTL, Carole Molitor, da Administração da Água do Luxemburgo.


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Solução "difícil"

Nos últimos dias têm aparecido menos carpas mortas, mas mesmo assim continuam a morrer, misteriosamente. De acordo com as autoridades ouvidas pela RTL as carpas podem estar a ser vítimas de uma combinação de vários fatores: longos períodos de seca ou episódios de tempo mais quente aliados à oferta dos alimentos destes peixes nas águas do lago, além do número de peixes e da sua qualidade.

Sem se encontrar a causa direta da morte e com todas estas hipóteses em cima da mesa, é complicado resolver o problema da morte das carpas prateadas.  “É difícil prever uma solução durável”, explicou Carole Molitor avançando que “algumas adaptações na gestão do Lago e dos seus peixes” poderiam melhorar a situação desta espécie afetada, “mas tudo isto é muito complexo”, como admitiu.

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