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Hong Kong proíbe trânsito de passageiros aéreos de 153 países
Sociedade 14.01.2022
Covid-19

Hong Kong proíbe trânsito de passageiros aéreos de 153 países

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Hong Kong proíbe trânsito de passageiros aéreos de 153 países

Foto: AFP
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Hong Kong proíbe trânsito de passageiros aéreos de 153 países

Lusa
Lusa
O aeroporto de Hong Kong anunciou a proibição do trânsito de passageiros de mais de 150 países a partir de domingo, Portugal incluído, de forma a evitar a propagação da covid-19.

A suspensão, que afeta todos os países classificados como de "alto risco" pelas autoridades de Hong Kong, entrará em vigor no domingo, durante um mês.

A medida vem reforçar uma lista de países que já eram alvo da suspensão, que incluiu agora passageiros oriundos de Portugal, mas também de países lusófonos, tal como Angola, Moçambique, Angola e Cabo Verde.

A decisão visa "controlar a propagação da variante altamente contagiosa de Omicron", justificou o aeroporto no 'site'.

Hong Kong já proibira o acesso ao seu território desde 08 de Janeiro a qualquer passageiro que tivesse permanecido mais de duas horas nos últimos 21 dias em oito países (Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, Paquistão, Filipinas e Reino Unido).


Comissão responde a Lufthansa que ninguém obriga a companhia a voos vazios
"Não há nenhuma evidência de que a Lufthansa tenha operado 18 mil voos sem passageiros", refere um responsável da Comissão Europeia ligado diretamente à aviação. 'Voos fantasma' irritaram ambientalistas e outras companhias como a Ryanair.

O trânsito através do aeroporto de Hong Kong será agora impossível para pessoas de todos os outros países considerados de "alto risco". Mas estes poderão ainda entrar na cidade desde que sejam vacinados e submetidos a uma quarentena de 21 dias.

Juntamente com a China continental e Macau, Hong Kong é um dos últimos lugares do mundo a agarrar-se à estratégia "covid zero", que consiste em evitar a propagação do coronavírus no seu território a todo o custo e uma política de isolamento dos pacientes e dos seus contactos.

Esta estratégia permitiu à cidade de 7,5 milhões de habitantes registar pouco mais de 12.000 casos e apenas 213 mortes desde o início da pandemia, mas à custa de um dispendioso isolamento internacional para o importante centro financeiro global.

As autoridades têm estado em alerta desde um pequeno surto local da Omicron num restaurante, que desencadeou campanhas maciças de testes, rastreio frenético de casos de contacto, encerramento de bares, instalações desportivas, escolas, cinemas e museus, bem como um recolher obrigatório para os restaurantes a partir das 18:00.


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