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Há cada vez mais vacinados nos hospitais. Idade e doenças prévias explicam casos
Sociedade 03.12.2021
Covid-19

Há cada vez mais vacinados nos hospitais. Idade e doenças prévias explicam casos

Covid-19

Há cada vez mais vacinados nos hospitais. Idade e doenças prévias explicam casos

Foto: AFP
Sociedade 03.12.2021
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Há cada vez mais vacinados nos hospitais. Idade e doenças prévias explicam casos

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Para o Ministério da Saúde estes números não surpreendem, até porque o país contabiliza mais pessoas vacinadas que não-vacinadas.

Ainda no relatório da semana passada o Ministério da Saúde dava conta que das 43 pessoas hospitalizadas, 25 estavam completamente vacinadas, contra 18 não-vacinadas. Nos cuidados intensivos seis dos 11 pacientes tinham vacinação completa.

Para o Ministério da Saúde estes números não surpreendem, até porque o país contabiliza mais pessoas vacinadas que não-vacinadas, ou seja o número de pessoas inoculadas é maior do que aquele das pessoas não-vacinadas. Atualmente, 77,8% das pessoas com mais de 12 anos estão completamente vacinadas no Grão-Ducado.

Para além deste argumento, o Ministério da Saúde salienta que a taxa de eficácia das vacinas varia entre 60% a 95%, ou seja certas pessoas podem mesmo assim se infetar com o SARS-CoV-2 e serem hospitalizadas.


A partir de 1 de dezembro três centros vão administrar vacina de reforço. E é preciso marcar
Victor Hugo, Esch-Belval e Ettelbrück. Governo luxemburguês irá enviar por correio um convite com os procedimentos a seguir.

Outro elemento que pode contribuir para o aumento de pessoas vacinadas nos hospitais é a idade. Segundo as autoridades sanitárias, muitos dos pacientes com mais idade e que acabam no hospital devido à covid-19, já sofrem de outras patologias. As pessoas mais novas que vão para o hospital devido à infeção, não estão vacinadas, na maioria.

O Ministério da Saúde sublinha ainda a importância da vacina de reforço, até porque seis meses após a vacinação completa, os fármacos deixam de ser tão eficazes. Ou seja as pessoas correm o risco de desenvolver uma forma grave da doença.  

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