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Águas residuais do Luxemburgo continuam fortemente contaminadas com SARS-CoV-2
Sociedade 23.02.2021

Águas residuais do Luxemburgo continuam fortemente contaminadas com SARS-CoV-2

Águas residuais do Luxemburgo continuam fortemente contaminadas com SARS-CoV-2

Foto: Chris Karaba/Luxemburger Wort
Sociedade 23.02.2021

Águas residuais do Luxemburgo continuam fortemente contaminadas com SARS-CoV-2

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Estudo das águas residuais permite detetar o aparecimento ou reemergência do vírus no país.

A presença do mais recente coronavírus nas águas residuais das estações de tratamento do país continuam a registar níveis elevados. De acordo com o relatório mais recente do Instituto de Ciência e Tecnologia do Luxemburgo, na semana de 15 a 21 de fevereiro o nível de SARS-CoV-2 nas águas continuava elevado, tendo-se notado mesmo um aumento da contaminação em relação à semana anterior.

Os valores diferem, no entanto, entre as diferentes localidades. Na semana passada os maiores aumentos registaram-se em Beggen, Schifflange, Bettembourg e Pétange. Em contrapartida, em Wiltz, no norte do país, os valores têm-se mantido estáveis e baixos. Já Troisvierges registou o valor mais baixo de SARS-CoV-2 nas águas residuais na semana passada.


Há hidrocarboneto nas águas de Wemperbaach e Breidfeld
A poluição que se observa no rio e as duas lagoas de Weiswampach ainda não foi explicada.

As análises foram realizadas em dez estações de tratamento de águas residuais no Grão-Ducado. Através de um processo de análise altamente sensível, os investigadores conseguem detetar pequenas quantidades do vírus nas amostras. O estudo é um instrumento importante as autoridades, uma vez que permite detetar o aparecimento ou reemergência do vírus no Luxemburgo, e detetar possíveis novos aumentos da prevalência da covid-19 no país.  

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