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França. Isolamento obrigatório passa a sete dias
Sociedade 11.09.2020

França. Isolamento obrigatório passa a sete dias

França. Isolamento obrigatório passa a sete dias

Foto: AFP
Sociedade 11.09.2020

França. Isolamento obrigatório passa a sete dias

França reduziu hoje o tempo de isolamento para os "casos contacto" da covid-19 para sete dias, ao mesmo tempo que as autoridades anunciaram que há agora 42 regiões no nível máximo de circulação do vírus por todo o país.

"Analisámos a evolução da situação epidemiológica. E constatamos uma degradação manifesta. O vírus circula cada vez mais em França", afirmou esta tarde Jean Castex, primeiro-ministro, numa conferência de imprensa na sua residência oficial.

Esta comunicação oficial aconteceu depois de mais um Conselho de Defesa dedicado à covid-19, que reuniu esta manhã o Presidente, Emmanuel Macron, membros do Governo e especialistas de diversos campos face à pandemia.

Uma das principais medidas anunciadas foi a redução do período de isolamento obrigatório em caso de suspeita de covid-19 de 14 dias para sete dias. Esta medida já tinha sido avançada esta semana pelo Conselho Científico que aconselha o Governo na gestão da crise.


Direção da Saúde. "Período de quarentena não vai ser reduzido"
A tomada de posição do Luxemburgo surge após França emitir parecer "favorável" para encurtar o período de isolamento para as pessoas que testam positivo para o coronavírus, de 14 para sete dias.

Assim, quem esteve em contacto com um caso positivo sem ter teste positivo ou um teste positivo sem sintomas passa a ter um período mais curto de isolamento. Em caso de teste positivo sem sintomas, o teste deve ser repetido após sete dias.

Apesar de o país estar agora a testar quase um milhão de pessoas por semana, o primeiro-ministro veio esclarecer que os testes vão passar a ser prioritários para quem tem sintomas, quem esteve em contacto com um doente positivo e para quem trabalhe num hospital ou num lar de idosos.

Jean Castex reforçou que o país "não vai entrar numa lógica de confinamento generalizado", mas indicou que há agora 42 regiões no nível máximo de alerta em relação à pandemia, deixando às autoridades locais a liberdade de adotarem medidas mais restritivas.

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