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Febre suína africana. Bélgica isola área de 63 mil hectares para prevenir contágio
Sociedade 26.09.2018 Do nosso arquivo online

Febre suína africana. Bélgica isola área de 63 mil hectares para prevenir contágio

Febre suína africana. Bélgica isola área de 63 mil hectares para prevenir contágio

Foto: AFP
Sociedade 26.09.2018 Do nosso arquivo online

Febre suína africana. Bélgica isola área de 63 mil hectares para prevenir contágio

Catarina OSÓRIO
Catarina OSÓRIO
A Bélgica decidiu fechar totalmente a área potencialmente infetada com o vírus da febre suína africana de forma a abater centenas de animais, aparentemente na origem do surto.

Após terem anunciado o abate de 4000 porcos no início desta semana, as autoridades belgas vão agora cercar totalmente o perímetro de infeção de 63 mil hectares, de forma a capturar todos os javalis que por lá se encontrem, um dos principais focos de transmissão do vírus da febre suína africana (ASP, sigla em inglês) aos porcos. De acordo com o jornal belga L'Avenir Luxembourg, estima-se que a população de javalis no país ronde os 820.

O perímetro de isolamento, o equivalente a um quarto do território do Grão-Ducado, situa-se nas zonas de Étalle e Gaum, perto da fronteira com o Luxemburgo e a França. Para além da criação de uma cerca, o período de caça será estendido até fevereiro de 2019, de forma a regular a população de javalis.

Desde meados de setembro, foram encontrados 14 javalis mortos na zona de Étalle, na província belga do Luxemburgo. As amostras analisadas confirmaram a presença do vírus da febre africana. Para além da criação de uma área de isolamento, as autoridades decidiram abater 4000 porcos de forma a conter o surto.

Devido à proximidade da área com o Grão-Ducado, o executivo luxemburguês adotou entretanto várias medidas de prevenção, entre elas a criação de uma zona de vigilância junto à fronteira com a Bélgica e a França. Nenhum caso foi detetado até à data no Luxemburgo, afirma o portal do ministério da Agricultura.

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