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Esch-sur-Alzette. Português diz-se perseguido pela comunidade brasileira
Sociedade 21.09.2022
Violência

Esch-sur-Alzette. Português diz-se perseguido pela comunidade brasileira

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Esch-sur-Alzette. Português diz-se perseguido pela comunidade brasileira

Foto: Shutterstock
Sociedade 21.09.2022
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Esch-sur-Alzette. Português diz-se perseguido pela comunidade brasileira

Madalena QUEIRÓS
Madalena QUEIRÓS
O alegado agressor de uma cidadã em Esch-sur-Alzette diz que está a ser perseguido pela comunidade brasileira residente no Luxemburgo e desmente que tenha fechado a jovem em casa. Brasileira reafirma acusações.

O alegado agressor de uma cidadão brasileira em Esch-sur-Alzette  diz que está a ser perseguido pela comunidade brasileira residente no Luxemburgo. O português, de 53 anos, diz ter sido interpelado num café e numa paragem de autocarro por cidadãos brasileiros. Tudo porque a notícia de que alegadamente agrediu e prendeu uma jovem brasileira publicada no Contacto, está a ser partilhada juntamente com a sua fotografia num grupo no WhatsApp da comunidade brasileira no Luxembugo.


Jovem aliciada no Facebook acabou trancada por um português numa casa em Esch
Um filme de terror que tinha como protagonista um português de 53 anos, trabalhador da construção civil no Luxemburgo. Uma história que podia ter acabado mal, mas que felizmente terminou bem.

O português nega as acusações, alegando que se fosse verdade que agrediu a jovem teria sido preso quando foi à esquadra de Esch-sur-Alzette na sequência de uma queixa de violência doméstica. 

O homem que vive no Luxemburgo há três anos nega que tenha fechado a jovem em casa e que não lhe dava de comer. Mas confirma que a agrediu depois de ter sido arranhado pela jovem que também o tinha pontapeado.

Novamente contactada pelo jornal, a mulher reafirma as acusações de que terá sido agredida pelo homem.

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