Escolha as suas informações

EMA garante que vacinas mRNA não causam complicações durante a gravidez
Sociedade 19.01.2022
Covid-19

EMA garante que vacinas mRNA não causam complicações durante a gravidez

Covid-19

EMA garante que vacinas mRNA não causam complicações durante a gravidez

Sociedade 19.01.2022
Covid-19

EMA garante que vacinas mRNA não causam complicações durante a gravidez

Lusa
Lusa
Os estudos realizados, e citados pelo regulador europeu, indicam também que os efeitos secundários mais comuns das vacinas nas grávidas coincidem com os da população em geral vacinada.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA na sigla em inglês) informou com base em vários estudos que as vacinas de tecnologia mRNA (Pfizer e Moderna) não causam complicações na gravidez das gestantes e nos seus bebés.

Em comunicado acessível na página da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), a EMA refere que no seguimento da realização de uma análise detalhada de vários estudos, que envolveram cerca de 65 mil gestações em diferentes estágios, foi constatado "não haver nenhum sinal de aumento do risco de complicações na gravidez, abortos espontâneos, partos prematuros ou efeitos adversos nos fetos após a vacinação".

"Apesar de algumas limitações nos dados, os resultados parecem consistentes entre os estudos que analisam esses resultados", refere a EMA.


Estudo sugere que covid-19 é mais prejudicial no fim da gravidez
Segundo a investigadora e obstetra Sarah Stock, da Universidade de Edimburgo, co-autora do estudo, os dados sugerem que "a vacinação durante a gravidez não aumenta o risco de complicações, mas a covid-19, sim".

 Os estudos realizados indicam também que os efeitos secundários mais comuns das vacinas nas grávidas coincidem com os da população em geral vacinada, que incluem dor na local da injeção, cansaço, dor de cabeça, inchaço no local ou dores musculares. Estes efeitos são geralmente leves ou moderados e melhoram alguns dias após a vacinação.


Duas grávidas hospitalizadas no Grão-Ducado por suspeita de reação adversa à vacina
A relação entre a toma e as complicações seguintes não estão, contudo, provadas, referem as autoridades de saúde no relatório relativo ao mês de outubro.

"Dado que até agora a gravidez tem sido associada a um risco maior de covid-19 grave, particularmente no segundo e terceiro trimestres, as pessoas que estão grávidas ou podem engravidar num futuro próximo são incentivadas a vacinarem-se*, é referido na nota.

As informações referem-se a vacinas de mRNA e, por isso, a EMA deverá divulgar dados de outras vacinas covid-19 autorizadas à medida que estiverem disponíveis.

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas