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Dois casos da nova variante detetados no Reino Unido
Sociedade 27.11.2021
Omicron

Dois casos da nova variante detetados no Reino Unido

Omicron

Dois casos da nova variante detetados no Reino Unido

EPA
Sociedade 27.11.2021
Omicron

Dois casos da nova variante detetados no Reino Unido

Lusa
Lusa
Dois casos de contaminação com a nova variante do coronavírus SARS-CoV-2 foram detetados no Reino Unido, em pessoas "ligadas a uma viagem à África do Sul", anunciou hoje o Ministério da Saúde britânico.

"A agência de segurança sanitária britânica [UKHSA, na sigla em inglês] confirmou que dois casos de covid-19 com mutações compatíveis com B.1.1.529 foram identificados no Reino Unido", revelou o ministério num comunicado.

Na nota acrescenta-se que as pessoas contaminadas e as respetivas famílias se encontram já em isolamento.


Casos da nova variante "em investigação" em Portugal
A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, admitiu este sábado que estão a ser investigados casos da nova variante do vírus que provoca a covid-19, em pessoas que viajaram de África Austral, mas recusou serem “casos suspeitos”.

A nova variante do coronavírus chama-se Omicron e foi detetada na África do Sul. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o "elevado número de mutações" pode implicar maior infecciosidade.

O Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC) alertou na quinta-feira que a nova variante do vírus SARS-CoV-2 suscita "sérias preocupações de que possa reduzir significativamente a eficácia das vacinas e aumentar o risco de reinfeções".

Num comunicado sobre a avaliação da ameaça da nova variante, e com base na informação genética atualmente disponível, o ECDC disse que a nova variante detetada na África Austral é a mais divergente (em relação ao vírus original) detetada até hoje.

A diretora da ECDC, Andrea Ammon, referiu, citada no comunicado, que há ainda muitas incertezas em relação à transmissibilidade, eficácia das vacinas ou risco de reinfeções, e pediu proatividade na implementação de medidas para "ganhar tempo" até haver mais informação.

A representante recomendou que se feche "a lacuna da imunização" e que sejam consideradas doses de reforço de vacinas para todos os adultos, dando prioridade às pessoas com mais de 40 anos.

"Finalmente, devido às incertezas envolvidas nesta situação, a implementação reforçada atempada de intervenções não-farmacêuticas é agora mais importante do que nunca", disse.


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