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Detido suspeito do tiroteio em Chicago que matou seis pessoas
Sociedade 05.07.2022
Estados Unidos

Detido suspeito do tiroteio em Chicago que matou seis pessoas

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Getty Images via AFP
Sociedade 05.07.2022
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Detido suspeito do tiroteio em Chicago que matou seis pessoas

AFP
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O jovem de 22 anos disparou contra a multidão que assim ao desfile do 4 de julho, Dia da Independência.

As autoridades norte-americanas prenderam o suspeito no tiroteio que deixou pelo menos seis pessoas mortas e 26 feridas, durante um desfile em Chicago, Estados Unidso, para celebrar o Dia da Independência. 

Um porta-voz das autoridades, Christopher Covelli, disse que o indivíduo estava  "armado e era considerado muito perigoso". Após uma breve perseguição de carro, foi preso "sem incidentes", disse o Chefe da Polícia de Highland Park, Lou Jogmen, na segunda-feira à noite. 

O tiroteio teve lugar em Highland Park. Munido de uma espingarda de alta potência, o jovem disparou contra a multidão. Cinco adultos morreram no local e uma sexta pessoa morreu após ter sido levada para o hospital. 

Pelo menos 26 pessoas, com idades entre os 8 e 85 anos, foram feridas e algumas, incluindo pelo menos uma criança, ficaram em estado crítico, de acordo com um funcionário do hospital local citado pela AFP.

A tragédia reacendeu o debate sobre as armas no país, onde há quase 400 milhões em circulação. "É devastador que uma celebração da América esteja a ser sabotada por um flagelo exclusivamente americano", comentou o Governador de Illinois, J.B. Pritzker. "A única liberdade que negamos aos nossos cidadãos é a de viver sem o medo diário de armas", lamentou. 

O Presidente Joe Biden confessou-se "chocado" e prometeu "não desistir da luta contra a epidemia de violência armada". 

Os Estados Unidos estão ainda a recuperar do último tiroteio em massa numa escola primária em Uvalde, Texas, que matou 21 pessoas (19 crianças) no dia 24 de maio. 

A potência mundial enfrenta um aumento da violência armada, com mais de 22.400 pessoas mortas com armas este ano, de acordo com o Arquivo da Violência Armada, que inclui suicídios nos seus dados.  

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