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Covid-19. Obesidade aumenta risco de morte em 50%
Sociedade 26.08.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Obesidade aumenta risco de morte em 50%

Covid-19. Obesidade aumenta risco de morte em 50%

Shutterstock
Sociedade 26.08.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Obesidade aumenta risco de morte em 50%

Redação
Redação
A investigação de peritos mundiais adverte que os riscos para as pessoas com obesidade são maiores do que se pensava.

A obesidade aumenta o risco de morte por covid-19 em quase 50% e pode tornar as vacinas contra a doença menos eficazes, revela um estudo encomendado pelo Banco Mundial

 A investigação de peritos mundiais adverte que os riscos para as pessoas com obesidade são maiores do que se pensava anteriormente. 

Os EUA e o Reino Unido têm uma das mais altas taxas de obesidade do mundo. Dados do governo dos EUA mostram que mais de 40% dos americanos têm obesidade. Em Inglaterra, são mais de 27% dos adultos. 

 O estudo da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill revela que as pessoas com obesidade, com um IMC superior a 30, correm um maior risco de contrair o coronavírus em todos os sentidos. O risco de acabarem no hospital com Covid-19 aumenta em 113%, é mais provável que sejam internadas em cuidados intensivos (74%) e têm um maior risco de morte (48%) devido ao vírus. 

O estudo é conduzido por Barry Popkin, do departamento de nutrição da UNC Gillings Global School of Public Health, afirmou ao jornal The Guardian que estava chocado com os resultados. 

O risco de morrer de Covid-19 para pessoas com obesidade era significativamente maior do que alguém pensava. "É um aumento de 50%, essencialmente. É uma percentagem bastante elevada e assustadora. Tudo isto é na verdade - muito mais elevado do que alguma vez esperei". 

 O risco de ser internado no hospital para pessoas com obesidade duplica, acrescenta o investigador, em 113%. "Isso, a admissão na UCI e a mortalidade são realmente elevadas", acrescente. O estudo, publicado na revista Obesity Reviews, é uma meta-análise, reunindo dados de muitos estudos realizados em todo o mundo, incluindo Itália, França, Reino Unido, EUA e China. 

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