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Combinação das vacinas Pfizer e AstraZeneca gera maior imunidade, revela estudo
Sociedade 29.06.2021
Covid-19

Combinação das vacinas Pfizer e AstraZeneca gera maior imunidade, revela estudo

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Combinação das vacinas Pfizer e AstraZeneca gera maior imunidade, revela estudo

David Young/dpa
Sociedade 29.06.2021
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Combinação das vacinas Pfizer e AstraZeneca gera maior imunidade, revela estudo

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
Esta é a conclusão de um estudo da Universidade de Oxford, que pode permitir maior flexibilidade na gestão das remessas de doses de vacinas.

De acordo com o estudo levado a cabo por uma equipa de Oxford, publicado na revista Lancet, a toma de duas doses, uma da Pfizer e outra da AstraZeneca, com quatro semanas de intervalo, resultou numa concentração bastante elevada de  anticorpos contra a covid-19.

Esta pode ser uma solução viável para colmatar os atrasos nas entregas das doses de vacinas, nomeadamente nos países em desenvolvimento. 


Por enquanto Luxemburgo não vai combinar duas vacinas diferentes
Vários países já fazem o cruzamento de vacinas contra a covid-19, incluindo França, Alemanha e Portugal.

Várias ideias têm sido colocadas em cima da mesa, como estender o tempo entre a primeira e segunda dose, por exemplo. No entanto, a combinação entre fármacos pode ser mais eficaz. 

Nos resultados obtidos, a ordem das vacinas afetou os resultados. Tomar primeiro a vacina da AstraZeneca e uma segunda dose da Pfizer produziu níveis mais elevados de anticorpos imunitários do que a ordem inversa. Mas ambas as ordens trouxeram mais anticorpos que duas doses da AstraZeneca, concluiu o estudo.  O estudo envolveu 830 voluntários com 50 anos ou mais e testou as vacinas apenas contra a variante identificada pela primeira vez em Wuhan.

As doses da vacina AstraZeneca estão atualmente espaçadas por 12 semanas no Reino Unido, o que amplia a acessibilidade à vacina e parece aumentar a eficácia da vacina. 

Os resultados de um outro teste de doses diferentes, mas com intervalos de 12 semanas, vão estar disponíveis "dentro de cerca de um mês", disse a equipa de Oxford. 

Com agências


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