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Covid-19. Ainda podemos sair para apanhar ar fresco, mas com limitações
Sociedade 18.03.2020

Covid-19. Ainda podemos sair para apanhar ar fresco, mas com limitações

Covid-19. Ainda podemos sair para apanhar ar fresco, mas com limitações

Foto: Pixabay
Sociedade 18.03.2020

Covid-19. Ainda podemos sair para apanhar ar fresco, mas com limitações

Diana ALVES
Diana ALVES
Contactos sociais devem ser reduzidos ao mínimo possível, aconselha primeiro-ministro luxemburguês.

O primeiro-ministro, Xavier Bettel, voltou a insistir na necessidade de a população limitar as deslocações no exterior ao absolutamente necessário, para conter a pandemia da Covid-19. Mesmo assim, ainda se pode sair de casa para vpara apanhar ar fresco.

Numa publicação feita ontem à noite nas redes sociais, depois de ter discursado na Câmara dos Deputados, o líder do executivo alertou para a importância de os cidadãos permanecerem em casa sempre que possível, sublinhando que as saídas e os contactos sociais devem ser reduzidos ao mínimo possível.


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Habitualmente ignorados e mal pagos, os funcionários dos supermercados colocam-se na primeira linha do risco de contágio para que o resto dos cidadãos possa comer. Viagem ao Primavera, o decano dos mercados portugueses no Luxemburgo, para ouvir Paula, São, Xana, Nélia e Irene, heroínas do nosso tempo.

Porém, continuam a ser autorizadas as deslocações por causa do trabalho, caso não seja possível trabalhar a partir de casa; as consultas médicas que não puderem ser adiadas; as idas ao supermercado; e, por exemplo, levantamentos de dinheiro no banco para as pessoas que não utilizam o multibanco.

Na publicação na sua página de Facebook (em baixo), Bettel sublinhou igualmente que continua a ser permitido sair à rua para apanhar ar fresco, mas frisou que, também neste caso, há regras a respeitar. Os passeios na floresta são autorizados desde que sejam curtos e que não sirvam para as pessoas se encontrarem com outras pessoas.

Os parques da cidade do Luxemburgo foram entretanto encerrados de forma a evitar ajuntamentos de pessoas com vista a reduzir a possibilidade de propagação do Covid-19.

O primeiro-ministro decretou ontem o estado de emergência no país, para que o governo possa aprovar leis e medidas excecionais sem ter de passar pelo Parlamento. A medida deverá estar em vigor durante um período de três meses.

Desde segunda-feira que o quotidiano dos residentes mudou com o fecho de escolas e empresas de vários ramos de atividade, para evitar a propagação da doença. O último balanço do Covid-19 no Grão-Ducado é de 203 infetados e dois mortos.  

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