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Coronavírus. Alegado infetado foge do hospital de Macau
Sociedade 2 min. 31.01.2020 Do nosso arquivo online

Coronavírus. Alegado infetado foge do hospital de Macau

Coronavírus. Alegado infetado foge do hospital de Macau

AFP
Sociedade 2 min. 31.01.2020 Do nosso arquivo online

Coronavírus. Alegado infetado foge do hospital de Macau

O fugitivo está a ser procurado pela polícia apesar dos testes de despiste do vírus terem sido negativos.

As autoridades de Macau anunciaram que um homem do interior da China fugiu do Centro Hospitalar de Conde de São Januário, onde estava a ser submetido a análises de despiste do novo coronavírus chinês.

"Na quinta-feira, 30 de janeiro, um indivíduo proveniente do interior da China, considerado caso suspeito, escapou à vigilância a que estava submetido no Centro Hospitalar Conde de São Januário", dá conta o comunicado. 

"Este indivíduo que estava sob vigilância policial fugiu durante a consulta médica e está agora a ser perseguido pela polícia", lê-se no mesmo comunicado, no qual se acrescenta que "os resultados das análises efetuadas para novo tipo de coronavírus foram negativos".

De acordo com a mesma nota, o homem de 44 anos entrou em Macau clandestinamente.

O suspeito disse que tinha estado em Wuhan, cidade epicentro do surto do novo coronavírus, entre 20 e 24 de janeiro, sublinha-se no comunicado. 

O individuo da China continental "apresentava sintomas de febre, corrimento nasal, dores de garganta e tosse, tendo sido transportado pelas forças de autoridade ao Serviço de Urgência Especial do Centro Hospitalar Conde de São Januário para exames para o novo tipo de coronavírus", apontaram as autoridades.

Macau, que registou na semana passada o primeiro caso de infeção do novo coronavírus, tem até ao momento sete pessoas infetadas no território, todos importados.

A China elevou para 213 mortos e quase 10 mil infetados o balanço de vítimas do novo coronavírus detetado no final do ano em Wuhan, capital da província de Hubei (centro). 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou quinta-feira emergência de saúde pública internacional o surto do novo coronavírus na China. 

Uma emergência de saúde pública internacional supõe a adoção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial. 

Para a declarar, a OMS considerou três critérios: uma situação extraordinária, o risco de rápida expansão para outros países e que exija resposta internacional coordenada.

Esta é a sexta vez que a OMS declara emergência de saúde pública internacional.

Além da China e dos territórios chineses de Macau e Hong Kong, há casos confirmados do novo coronavírus em 19 outros países - na Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Austrália, Finlândia, Emirados Árabes Unidos, Camboja, Filipinas e Índia.


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