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Coreia do Sul regista pior surto de infeções desde 05 de abril
Sociedade 28.05.2020

Coreia do Sul regista pior surto de infeções desde 05 de abril

Coreia do Sul regista pior surto de infeções desde 05 de abril

AFP
Sociedade 28.05.2020

Coreia do Sul regista pior surto de infeções desde 05 de abril

Lusa
Lusa
A Coreia do Sul registou na quarta-feira 79 infeções de covid-19, o pior surto de novos casos desde 05 de abril, informaram as autoridades.

Dos 79 novos casos detetados na quarta-feira, 68 são infecções locais. A maioria (54) terá ocorrido num centro logístico nos arredores de Seul, na cidade de Bucheon, a sudoeste da capital.

Os primeiros casos de infeção naquele armazém da Coupang, a maior empresa de comércio eletrónico do país, tinham sido registados na terça-feira. Com os novos casos diagnosticados na quarta-feira, o número de contágios naquela empresa sobe para 69.

O vice-ministro da Saúde, Kim Gang-lip, alertou que o Governo espera que este número ainda venha a aumentar, à medida que mais trabalhadores forem sendo testados.

As autoridades identificaram 4.159 pessoas que se pensa poderem ter sido infetadas na empresa, entre trabalhadores e pessoas que estiveram em contacto com os funcionários, tendo já realizado 3.400 testes.

Os 79 casos identificados na quarta-feira representam o pior pico de infeções na Coreia do Sul desde 05 de abril, há 53 dias, quando o país registou 81 casos.

O diretor do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da Coreia do Sul disse na terça-feira que o país poderá ter de repor as restrições de distanciamento social que começou a diminuir em abril, por causa do aumento de transmissões do novo coronavírus, sobretudo na área metropolitana de Seul.

O país asiático tem sido apontado como um dos melhores no controlo da pandemia, graças a um sistema abrangente de rastreio, testes em massa e isolamento de pessoas que tenham estado em contacto com infetados.

Desde o início da pandemia, a Coreia do Sul registou 11.344 casos de infeção e 269 mortos. Apenas 735 (6,5%) permanecem ativos.

A esmagadora maioria das pessoas infetadas (91,1%) foram consideradas curadas.

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