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Comuna de Mamer distribui máscaras FFP2 aos residentes
Sociedade 08.02.2021 Do nosso arquivo online

Comuna de Mamer distribui máscaras FFP2 aos residentes

A Áustria tornou obrigatório o uso destas máscaras em espaços públicos e comércio.

Comuna de Mamer distribui máscaras FFP2 aos residentes

A Áustria tornou obrigatório o uso destas máscaras em espaços públicos e comércio.
Foto: Roland Schlager/APA/dpa
Sociedade 08.02.2021 Do nosso arquivo online

Comuna de Mamer distribui máscaras FFP2 aos residentes

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Alguns países tornaram obrigatório ou recomendam o uso de máscaras FFP2, por exemplo nos transportes públicos e comércio.

A comuna de Mamer vai começar a distribuir nos próximos dias máscaras do tipo FFP2 a cada habitante da autarquia. As máscaras serão distribuídas aos residentes com mais de 6 anos, idade a partir da qual o governo estipulou o uso obrigatório destes dispositivos de proteção individual. 

Na primavera do ano passado, a autarquia de Mamer foi uma das primeiras a distribuir máscaras cirúrgicas aos residentes, quando ainda era difícil encontrar este tipo de proteção no mercado. Uma operação que se repetiu várias vezes ao longo da crise sanitária. Em maio de 2020 foram distribuídas ainda duas máscaras de pano por cada habitante. Mais tarde, em outubro, distribuiu  gratuitamente dois frascos de gel hidroalcoólico por agregado familiar. Ações que têm levado Mamer a ser mencionada como "exemplo" em várias reportagens de media estrangeiros.


Luxemburgo não vai impor uso de máscaras FFP2 nos transportes públicos
Devido ao aumento de casos de infeção e das variantes mais contagiosas, a Áustria e Alemanha ponderam impor o uso de máscaras FFP2 nos transportes públicos.

Embora alguns países tenham tornado obrigatório e outros recomendem o uso de máscaras FFP2, por exemplo nos transportes públicos, o Executivo não deverá impor ou recomendar em particular este tipo, aconselhando que estas se mantenham reservadas aos profissionais de saúde e às pessoas vulneráveis. O ministro da Mobilidade, François Bausch, defendeu recentemente vários estudos que concluem que o risco de contágio não é maior nos transportes públicos.

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