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Como será o Luxemburgo em 2050?
Sociedade 27.10.2020

Como será o Luxemburgo em 2050?

Como será o Luxemburgo em 2050?

Foto: Pierre Matgé/Luxemburger Wort
Sociedade 27.10.2020

Como será o Luxemburgo em 2050?

Catarina OSÓRIO
Catarina OSÓRIO
Esta é a pergunta à qual uma equipa de investigadores, onde se inclui a Universidade do Luxemburgo, vai tentar responder.

Um consórcio de investigadores, onde se inclui a Universidade do Luxemburgo, foi um dos dez selecionados pelo Ministério da Energia e do Planeamento Regional para pensar o Grão-Ducado em 205o. O objetivo é propor "ideias inovadoras para tornar o país mais sustentável e resiliente", revela a Universidade do Luxemburgo no site oficial. 

A equipa, do departamento de Geografia e Planeamento da Faculdade de Humanidades, Educação e Ciências Sociais, é liderada por Florian Hertweck, professor de arquitetura e investigador. Neste projeto juntam-se também à Universidade, cientistas do Instituto Luxemburguês de Ciência e Tecnologia (LIST), o Centro para a Educação Ecológica (CELL), Instituto para a Agricultura Orgânica e Cultura Agrária (IBLA) e o Gabinete para a Morfologia Paisagística (OLM). 

No geral, o contributo dos especialistas tem em vista ajudar o país a tornar-se mais sustentável do ponto de vista ambiental, ajudando na difícil tarefa de conter o aquecimento global e o seu impacto na vida humana e na biodiversidade. O projeto está dividido em três pilares principais e é no de "desenvolvimento sustentável" que a Universidade foi 'chamada' a dar o seu contributo. 


Chama-se Sybilla e quer ajudar o Luxemburgo a produzir o "hidrogénio do futuro"
O Luxemburgo deu esta quarta-feira mais um passo na produção de hidrogénio proveniente de fontes renováveis. Projeto amigo do ambiente quer descobrir como converter energia solar em hidrogénio verde.

Sociedade do pós-crescimento 

Uma das ideias base para o trabalho será a noção da sociedade do pós-crescimento, conceito que defende modelos sociais e económicos para além do crescimento económico como objetivo. "Acreditamos que as mudanças devem ser mais profundas e estruturais" revela a instituição. 

Desta forma a instituição académica começou a preparar o seu contributo em torno de quatro temas principais: "transição agro-ecológica, suficiência energética, economias alternativas e governação através da co-gestão", explica Florian Hertweck no comunicado.

A equipa poderá propor novos indicadores que meçam o impacto destes novos conceitos. "Por exemplo como é que nós avaliamos a poupança nas emissões de CO2 se implementarmos o teletrabalho" no futuro, questiona o responsável.

No início de 2021 apenas sete dos dez projetos submetidos ao Ministério da Energia serão selecionados. 


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