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Dois cães farejadores vão chegar às prisões do Luxemburgo
Sociedade 08.09.2021
Combate às drogas

Dois cães farejadores vão chegar às prisões do Luxemburgo

Combate às drogas

Dois cães farejadores vão chegar às prisões do Luxemburgo

Sociedade 08.09.2021
Combate às drogas

Dois cães farejadores vão chegar às prisões do Luxemburgo

Redação
Redação
Os animais deverão estar ao serviço das autoridades luxemburguesas em 2022, após treino para farejar drogas - a sua única missão.

Tal como a polícia, alfândegas ou os serviços de urgência CGDIS, as prisões do país também estarão equipadas com cães. Neste caso, as duas duplas - dois Malinois e respetivos tratadores de cães - chegam ao Luxemburgo com a única missão de encontrar droga nas prisões do país. 


"Uma prisão 100% livre de droga é irrealista", diz mediadora
Os canabinóides são a principal substância ilícita a circular nas cadeias luxemburguesas.

"Sim, circula (principalmente canabinóides) e apesar de todo o nosso aparelho, sabemos que sempre passa", diz ao Wort o diretor da administração penitenciária, Serge Legil. Os métodos atualmente usados (buscas a pessoas e celas, câmaras de vigilância, detetores químicos, controlos de urina) permitem apenas pequenas apreensões, mas o Ministério da Justiça está convencido de que "nada pode substituir um cão treinado". 

Os cães, ainda novos, vão se adquiridos dentro de algumas semanas, na Holanda, de criadores particulares. No dia quatro de outubro, as duas duplas seguirão diretamente para a alfândega para um estágio de oito meses. 

A ideia é enviar as equipas, de acordo com um cronograma aleatório, para as diferentes prisões, em coordenação com os diretores." Assim, a partir de 2022, nos corredores das prisões de Schrassig, Givenich e Sanem (assim que a obra for concluída), os cães estarão já "ao serviço". 


Diretor da G4S. Incidente com cão foi "autodefesa" e "proporcional" à ação do agressor
Laurent Jossart defende que a reação do animal foi "proporcional às ações do agressor, cujos ferimentos foram menores de acordo com as informações".

"Atualmente, conseguimos capturar em torno de 500 a 800 gramas por ano, mas vamos fazer melhor”, prevê Ledig. Se as duas duplas iniciais tiverem sucesso, o plano é alargar a equipa em dois.


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