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Cargolux deixa de voar no espaço aéreo bielorrusso. Luxair não sobrevoava zona
Sociedade 26.05.2021 Do nosso arquivo online

Cargolux deixa de voar no espaço aéreo bielorrusso. Luxair não sobrevoava zona

Cargolux deixa de voar no espaço aéreo bielorrusso. Luxair não sobrevoava zona

Foto: Chris Karaba/Luxemburger Wort
Sociedade 26.05.2021 Do nosso arquivo online

Cargolux deixa de voar no espaço aéreo bielorrusso. Luxair não sobrevoava zona

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Várias companhias aéreas já tomaram a mesma decisão.

Depois das sanções da União Europeia, em resposta à aterragem forçada de um avião da Ryanair pela Bielorrússia no domingo passado para deter um jornalista e opositor ao regime, a lista de companhias aéreas que se recusam a sobrevoar o país está a aumentar por toda a Europa.

A Luxair confirmou à Rádio Latina que mesmo antes do incidente os voos da companhia não sobrevoavam a Bielorrússia, pelo que a empresa não teve de alterar as rotas. Já no caso da Cargolux, a companhia nacional de transporte aéreo de mercadorias decidiu não sobrevoar o país, em linha com as recomendações da União Europeia.

Depois das sanções da União Europeia, vários países europeus e companhias aéreas anunciaram o encerramento do espaço aéreo à Bielorrússia bem como a recusa em voar sobre o país. Entre as companhias aéreas que deixaram de sobrevoar a Bielorrússia encontram-se a AirFrance, Lufthansa e KLM. Cerca de 2.000 aviões comerciais utilizam o espaço aéreo bielorrusso todas as semanas, referiu o Eurocontrol recentemente.


Várias companhias aéreas deixam de voar no espaço aéreo bielorrusso
Depois das sanções da União Europeia, em resposta à aterragem forçada de um avião da Ryanair pela Bielorrússia, a lista de companhias aéreas que se recusam a sobrevoar país está a aumentar.

Segundo o primeiro-ministro, Xavier Bettel, a Cargolux tomou a iniciativa por vontade própria e não a pedido do Governo. Mas para o primeiro-ministro, um país como a Bielorrússia que não respeita as regras internacionais aéreas pode ser considerado pouco seguro para a aviação, reconfortando a Cargolux na sua decisão. Uma tomada de posição que tinha sido antes partilhada num comunicado do Executivo sobre o assunto.


Luxemburgo condena "fortemente" ato da Bielorrússia
Um caça bielorrusso interceptou no domingo um avião de passageiros da Ryanair com um jornalista opositor ao regime de Lukashenko. Avião foi forçado a aterrar em Minsk e jornalista foi detido.

No fim de semana passado, Roman Protassevich, um jornalista de 26 anos da oposição, e a namorada encontravam-se num voo da Ryanair de Atenas para Vilnius quando o avião foi forçado a aterrar em Minsk pelas autoridades bielorrussas para deter o casal.

O incidente gerou duras críticas da comunidade internacional e União Europeia. 

(Susy Martins, jornalista da Rádio Latina)

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