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América Latina. México com mais de 400 mil casos. Brasil regista 921 mortes num dia
Sociedade 29.07.2020

América Latina. México com mais de 400 mil casos. Brasil regista 921 mortes num dia

América Latina. México com mais de 400 mil casos. Brasil regista 921 mortes num dia

AFP
Sociedade 29.07.2020

América Latina. México com mais de 400 mil casos. Brasil regista 921 mortes num dia

O México registou 852 mortes devido à covid-19 e 7.208 casos nas últimas 24 horas. O Brasil registou 921 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando agora 88.539 óbitos desde 12 de março

Os dados do Ministério da Saúde apontaram para 87.538 pacientes que ainda são considerados suspeitos porque aguardam resultados de testes laboratoriais.

O número de pessoas recuperadas é de 261.457.

A Cidade do México e os estados do México, Tabasco, Veracruz e Puebla são aqueles onde foram identificados o maior número de casos acumulados. Juntos representam cerca de 45% do total de infetados registados no país.

Brasil

Segundo o Governo brasileiro, as secretarias de saúde estaduais reportaram também 40.816 casos do novo coronavírus no último dia.

Este número elevou o total de infeções confirmadas para 2.483.191, sendo que o primeiro caso no Brasil foi registado oficialmente em 26 de fevereiro.

O executivo adiantou que 1.721.560 pessoas já são consideradas recuperadas da doença, enquanto 673.092 permanecem em acompanhamento.

Um estudo serológico hoje divulgado e realizado pela prefeitura de São Paulo naquela que é a maior cidade do Brasil, com quase 12 milhões de habitantes, aponta que cerca de 1,32 milhões de pessoas possuem anticorpos para covid-19.

A percentagem de pessoas assintomáticas entre as que apresentaram positivo nos testes ao novo coronavírus foi de 39,7%, segundo as autoridades locais.

A investigação também revela que as pessoas pobres estão no grupo das mais infetadas.

"O vírus está a dar luzes sobre a desigualdade que temos na cidade de São Paulo. É quatro vezes maior a incidência do coronavírus na classe D do que na classe A. Ou seja, quem é mais pobre tem mais chance de contrair o vírus", explicou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, numa conferência de imprensa.

Os investigadores envolvidos neste estudo, profissionais da área da saúde, visitaram 5.760 domicílios e testaram 2.328 pessoas.

Nessa amostra, a taxa de prevalência da infeção por SARS-COV-2 em São Paulo é de 11,1%.

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