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Regulador europeu recomenda segunda dose da Janssen a adultos
Sociedade 15.12.2021 Do nosso arquivo online
Pandemia

Regulador europeu recomenda segunda dose da Janssen a adultos

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Regulador europeu recomenda segunda dose da Janssen a adultos

Foto: AFP
Sociedade 15.12.2021 Do nosso arquivo online
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Regulador europeu recomenda segunda dose da Janssen a adultos

Lusa
Lusa
A recomendação baseia-se em dados que mostram que uma dose de reforço desta vacina, "dada pelo menos dois meses após a primeira dose em adultos levou a um aumento dos anticorpos", refere o organismo.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) recomendou, esta quarta-feira, o reforço da vacina Janssen para a covid-19 pelo menos dois meses após a primeira, em adultos.

Segundo um comunicado da EMA, a recomendação baseia-se em "dados que mostram que uma dose de reforço da Vacina Janssen covid-19 [da Johnson & Johnson] dada pelo menos dois meses após a primeira dose em adultos levou a um aumento dos anticorpos" contra o vírus que provoca a doença.

De acordo com o regulador, "o risco de trombose em combinação com trombocitopenia ou outros efeitos secundários muito raros após um reforço não é conhecido e está a ser cuidadosamente monitorizado".


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Ou Moderna com Janssen. A vacinação heteróloga aumenta a resposta do organismo ao vírus, por isso é agora uma recomendação da Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC).

A EMA indica ainda que a vacina da Janssen contra a covid-19 pode ser administrada após as duas doses de uma das vacinas desenvolvidas com a tecnologia mRNA autoridadas na União Europeia: a Cominarty, da Pfizer/BioNTech, ou a Spikevax, da Moderna.

A covid-19 provocou pelo menos 5.311.914 mortes em todo o mundo, entre mais de 269 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


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A advogada e especialista portuguesa em bioética, Ana Elisabete Ferreira, explica em entrevista ao Contacto os desafios que se colocam nos países democráticos europeus face a uma possível obrigatoriedade da vacina contra a covid-19.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como "preocupante" pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 57 países de todos os continentes, incluindo Portugal e o Luxemburgo.

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