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Adesão ao serviço de car sharing dos CFL dispara, mas ministro diz que é preciso mais
Sociedade 04.03.2021 Do nosso arquivo online

Adesão ao serviço de car sharing dos CFL dispara, mas ministro diz que é preciso mais

Adesão ao serviço de car sharing dos CFL dispara, mas ministro diz que é preciso mais

Chris Karaba / Luxemburger Wort
Sociedade 04.03.2021 Do nosso arquivo online

Adesão ao serviço de car sharing dos CFL dispara, mas ministro diz que é preciso mais

Diana ALVES
Diana ALVES
A adesão ao serviço de car sharing dos Caminhos de Ferro Luxemburgueses (CFL) disparou em 2020. O número de reservas atingiu o seu nível mais elevado no início de 2021. Mas, mesmo assim, François Bausch, diz que é preciso mais.

De acordo com o ministro da Mobilidade e Obras Públicas, François Bausch, o serviço FLEX, que permite o aluguer de carros, registou um aumento de 77% no número de fidelizações, totalizando agora mais de 4.500 subscritores. Na prática, esses números traduziram-se num aumento de 72% das reservas. Na comparação com 2019, o número de quilómetros percorridos com os veículos FLEX cresceu 60%. 

Na resposta a uma questão parlamentar dos deputados Semiray Ahmedova e Carlo Back, do Déi Gréng, o ministro adiantou que esta tendência de crescimento foi confirmada no início deste ano, com o aluguer destes veículos a atingir o seu nível mais elevado: cerca de 400 reservas por semana. 

A frota de viaturas FLEX inclui atualmente 69 viaturas a gasolina, 15 carros elétricos e quatro camionetas a gasóleo. Mesmo assim, o ministro considera que é preciso que, para que o serviço seja verdadeiramente rentável, é preciso que a rede e o número de reservas cresçam.

Sobre o impacto da pandemia no serviço, Bausch avança que durante o período do confinamento, entre meados de março e fim de abril de 2020, o número de reservas registou uma quebra de 65%. A partir de maio, contudo, o número “superou rapidamente o nível pré-crise e desde então tem continuado a aumentar”.

No que toca às condições de utilização, o ministro fez saber que, para já, a regra de “ida e volta” será mantida, isto é, após cada utilização, a viatura tem de ser deixada no ponto de onde partiu. Note-se que o Luxemburgo tem atualmente dois sistemas de car sharing. 

Além do FLEX, gerido pelos CFL – empresa pública –, os utentes podem recorrer ao serviço CARLOH. Questionado sobre se há sinergias entre as duas empresas, François Bausch indica que ambas funcionam de forma independente, mas diz-se “convencido de que uma integração dos dois sistemas seria benéfica para os clientes e para a rentabilidade” dos serviços. 

Segundo o ministro, já houve conversações entre as duas entidades com vista a uma eventual colaboração, mas que, até agora, não tiveram resultados.  

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