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"A próxima pandemia será pior", diz cientista que criou a vacina da Astrazeneca
Sociedade 06.12.2021
Covid-19

"A próxima pandemia será pior", diz cientista que criou a vacina da Astrazeneca

Covid-19

"A próxima pandemia será pior", diz cientista que criou a vacina da Astrazeneca

Foto: John Cairns/University Of Oxford
Sociedade 06.12.2021
Covid-19

"A próxima pandemia será pior", diz cientista que criou a vacina da Astrazeneca

Lusa
Lusa
Uma das criadoras da vacina da Oxford/AstraZeneca defendeu esta terça que as futuras pandemias podem ser mais letais do que a atual crise de covid-19 e que serão necessários mais recursos.

A cientista da Universidade de Oxford insistiu que o conhecimento adquirido na atual crise do covid-19 deve ser usado para a preparação de uma eventual futura crise. "Esta não será a última vez que um vírus ameaçará as nossas vidas e meios de subsistência", disse Sarah Gilbert na conferência Richard Dimbleby, que foi gravada em Oxford. "A verdade é que a próxima [pandemia] será pior, pode ser mais contagiosa ou mais letal, ou ambas as coisas", acrescentou.

Em relação à variante Omicron, Sarah Gilbert destacou que, devido às suas mutações, o vírus parece transmitir-se mais facilmente e admitiu ser possível que as vacinas sejam menos eficazes na prevenção da infeção, mas insistiu que tal não significa que sejam menos eficazes a reduzir doenças graves ou morte.


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Vacina deixou de ser administrada na população do Luxemburgo desde 5 de novembro.

"Até que saibamos mais, devemos ser cautelosos e tomar medidas para desacelerar a disseminação dessa nova variante", disse.


Reino Unido exige teste PCR negativo no embarque, a partir de dia 7
A nova medida anunciada ontem pelo Governo visa travar a propagação da variante Omicron, já responsável por 160 infeções no país.

A intervenção de Gilbert coincide com as novas restrições impostas pelo governo britânico para reduzir a propagação do coronavírus, como a obrigação de usar máscara nos transportes públicos ou nas lojas, enquanto todos os viajantes que entram no país, tanto os vacinados como os que não estão, devem fazer um teste de PCR ao segundo dia. 

A partir de terça-feira, 7, as autoridades britânicas também vão exigir um teste de antígeno ou PCR feito 48 horas antes para quem embarcar para o Reino Unido.

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