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Ventura demite-se de líder do Chega para convocar novas eleições e recandidata-se
Portugal 01.10.2021
Política

Ventura demite-se de líder do Chega para convocar novas eleições e recandidata-se

Política

Ventura demite-se de líder do Chega para convocar novas eleições e recandidata-se

Foto: LUSA
Portugal 01.10.2021
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Ventura demite-se de líder do Chega para convocar novas eleições e recandidata-se

Lusa
Lusa
Em causa está o facto de o Tribunal Constitucional ter dado razão ao Ministério Público e considerado que as alterações estatutárias introduzidas pelo partido, no Congresso de Évora, em setembro de 2020, são inválidas.

O líder do Chega anunciou hoje a demissão da presidência do partido, com o objetivo de convocar novas eleições em que se recandidatará, e anunciou que será organizado um novo congresso, na sequência da decisão do Tribunal Constitucional.

Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, André Ventura reagiu à decisão do Tribunal Constitucional – que, na quinta-feira, deu razão ao Ministério Público e considerou que as alterações estatutárias introduzidas pelo partido no Congresso de Évora, em setembro de 2020, são inválidas -, salientando que, “apesar de não ser claro na decisão do Tribunal Constitucional se a eleição do presidente do partido em eleições fica ou não comprometida”, o Chega decidiu “não correr mais riscos nesta matéria”.


Ventura admite que “vitória não foi total” ao falhar objetivo de ficar em terceiro
“Queria ficar em terceiro lugar, não consegui, assumo essa responsabilidade”, admitiu líder do Chega.

“Apresentarei hoje a minha demissão ao presidente da mesa nacional para provocar novas eleições diretas no partido”, salientou.

O líder do Chega referiu ainda que irá solicitar que as eleições diretas para a presidência do partido sejam convocadas “num prazo o mais breve possível” – apontando para o “final deste mês ou no início do próximo mês novembro” - e anunciou que se irá, "naturalmente", recandidatar.

André Ventura salientou ainda que, "para retificar todos os atos que foram feitos e para evitar mais imbróglios jurídicos", irá também pedir a convocação de um "congresso extraordinário, a realizar após as diretas, no mês de dezembro deste ano".

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