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Tancos/Armas: António Costa convoca para terça-feira reunião sobre segurança em instalações militares
O primeiro-ministro português, António Costa

Tancos/Armas: António Costa convoca para terça-feira reunião sobre segurança em instalações militares

Foto: AFP
O primeiro-ministro português, António Costa
Portugal 10.07.2017

Tancos/Armas: António Costa convoca para terça-feira reunião sobre segurança em instalações militares

O primeiro-ministro português, António Costa, convocou para terça-feira uma reunião sobre segurança em instalações militares com o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e com os chefes dos três ramos militares, Exército, Marinha e Força Aérea.

O primeiro-ministro português, António Costa, convocou para terça-feira uma reunião sobre segurança em instalações militares com o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e com os chefes dos três ramos militares, Exército, Marinha e Força Aérea.

Segundo fonte oficial do Governo, na reunião, que foi agendada para as 17:00 (mais uma hora no Luxemburgo) na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, estará também presente o ministro da Defesa, Azeredo Lopes.

Em São Bento estarão o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, general Artur Pina Monteiro, o chefe do Estado Maior do Exército, general Rovisco Duarte, o chefe de Estado-Maior da Força Aérea, general Manuel Teixeira Rolo, e o chefe de Estado-Maior da Armada, almirante Silva Ribeiro.

Granadas de mão, granadas anticarro e explosivos estavam entre o material de guerra furtado dos Paióis Nacionais de Tancos, Vila Nova da Barquinha, Santarém, anunciou o Exército no dia 29 de junho.

A Procuradoria-Geral da República anunciou na terça-feira passada que abriu um inquérito ao caso, por suspeitas da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de armas internacional e terrorismo internacional.

No Exército decorrem averiguações internas e o ministro da Defesa Nacional, que afirmou desconhecer problemas de insegurança naquela base militar, determinou uma inspeção extraordinária às condições de segurança dos paióis.

Na sequência deste caso, o Presidente da República exigiu o apuramento total dos factos ocorridos e o CDS-PP pediu a demissão do ministro Azeredo Lopes.

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