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Rui Rio recusa "golpe palaciano" de Luís Montenegro
Portugal 12.01.2019 Do nosso arquivo online

Rui Rio recusa "golpe palaciano" de Luís Montenegro

Rui Rio recusa "golpe palaciano" de Luís Montenegro

Foto: Lusa
Portugal 12.01.2019 Do nosso arquivo online

Rui Rio recusa "golpe palaciano" de Luís Montenegro

Presidente do PSD afasta a ideia de eleições internas e convoca Conselho Nacional extraordinário.

O presidente do PSD, Rui Rio, respondeu a Luís Montenegro com um ataque que incluiu a acusação de irresponsabilidade, a recusa de eleições diretas já e o pedido de marcação de um Conselho Nacional com caráter extraordinário para análise e votação de uma moção de confiança. Em conferência de imprensa no Porto, Rio rejeitou "uma nova disputa interna à porta de eleições", acusando Montenegro de prestar um serviço a António Costa e ao PS".

"Será legítimo que, quem podendo disputar eleições, opte por não o fazer para depois condicionar os calendários do partido à sua própria agenda pessoal? A minha resposta é não. O PSD não é um partido unipessoal, mas grande demais para estar ao sabor de agendas pessoais" e "não pode tornar-se um partido de gente irresponsável", afirmou. 

"Nunca participaria em golpes palacianos ou tentativas de enfraquecimento do PSD", acrescentou. "Não há memória de um dirigente partidário ter lançado tamanha confusão e instabilidade num partido" da democracia portuguesa.  

Para Rio, o PSD "é importante de mais para estar ao sabor de interesses táticos de pessoas ou grupos", quer atuem "mais às claras ou sob o manto de qualquer secretismo". E recorreu a uma citação de Sá Carneiro ao lembrar que "a política sem risco é uma chatice e sem ética é uma vergonha".

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