Rui Rio convoca Conselho Nacional do PSD
Rio relembrou que foi eleito “há precisamente um ano” e que tomou posse no cargo “há menos de 11 meses”.
"Um mês depois da minha eleição, sem que nada houvesse a apontar ao meu mandato, já Montenegro se manifestava descontente e opositor. Estava contra quando ainda não havia motivo para estar contra ou a favor", frisou.
Numa declaração pública num hotel do Porto, que, a exemplo do que tinha feito Luís Montenegro no dia da véspera, não houve hipóteses para a colocação de perguntas, Rui Rio foi muito crítico do seu atual opositor, acusando-o de ‘”golpes palacianos”, “permanente política do bota-abaixo”, “postura eticamente questionável” e de “estar ao serviço de interesses pessoais ou de um qualquer grupo, às claras ou escondidos sob um manto de um qualquer secretismo”, aludindo à alegada pertença de Luís Montenegro a uma das fações da maçonaria.
"Há momentos para unir e clarificar. Fui o primeiro a procurar unir o partido logo no congresso, ao apresentar lista com o meu adversário [Santana Lopes]. Perante isto, o momento é de clarificação. Com o clima de guerrilha, não é possível um trabalho eficaz na construção da alternativa que o país precisa. Temos que ser um partido responsável e fazer partido com valores, seriedade e coragem." O discurso de Rui Rio terminou com uma citação de Sá Carneiro: "A política sem risco é uma chatice, e sem ética é uma vergonha. Efetivamente se assim não for, não estarei a fazer nada aqui."
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