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Quase 100 animais apreendidos em operação de combate ao comércio ilegal
Portugal 23.11.2020

Quase 100 animais apreendidos em operação de combate ao comércio ilegal

Quase 100 animais apreendidos em operação de combate ao comércio ilegal

Portugal 23.11.2020

Quase 100 animais apreendidos em operação de combate ao comércio ilegal

Lusa
Lusa
As ações realizadas durante a operação visaram o combate ao comércio ilegal e os crimes praticados contra a vida selvagem, especialmente a fauna e flora.

Quase uma centena de animais foram apreendidos em 159 ações de fiscalização em Portugal entre 14 de setembro e 11 de outubro no âmbito de uma operação de combate ao comércio ilegal e crimes contra a vida selvagem.

Em comunicado, a GNR adianta que durante a operação “Thunder 2020”, na qual participaram diversas entidades portuguesas e apoio da Interpol, foram realizadas 159 ações de investigação e/ou fiscalização em Portugal.

Foram fiscalizados 156 animais, levantados 10 autos de contraordenação e apreendidas 84 aves, destacando-se 12 canários-da-terra, dois papagaios cinzentos, duas gralhas pretas e um corvo.


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Segundo a GNR, foram também apreendidos um macaco-prego-das-Guianas, um veado vermelho, três cervos muntíaco-comum, quatro chitais (“Axis axis”) e três antílopes-negros.

A nível internacional foram detidas 699 pessoas no âmbito desta operação e recuperados mais de 45.500 espécimes vivos, incluindo: 1.400 tartarugas e cágados (6.000 ovos), 1.160 aves, 1.800 répteis, 15.878 plantas, mais de 2.000 apreensões de espécimes de fauna e flora, mais de 1.300 quilogramas de marfim e mais de 1.000 quilogramas de escamas de Pangolin.

As ações realizadas durante a operação visaram o combate ao comércio ilegal e os crimes praticados contra a vida selvagem, especialmente a fauna e flora.

A coordenação nacional desta operação incentivada pela Interpol contou com a participação da GNR e à Autoridade Tributária e Aduaneira em estreita colaboração com a PSP, Polícia Judiciária, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) e Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Estas entidades desenvolveram estas ações no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção, também conhecida como Convenção de Washington ou CITES, da qual 180 países aderiram e cujo objetivo é o de assegurar que o comércio de animais e plantas não coloque em risco a sua sobrevivência no estado selvagem.

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